terça-feira, 5 de maio de 2009
PRINCÍPIO DA PROSPERIDADE
O princípio da prosperidade é o dízimo e a oferta; isto é, dizimar e ofertar com fidelidade ao Senhor. Há uma promessa da parte de Deus para aquele que é fiel nos dízimos e nas ofertas: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos”(11). Ora, se o Senhor disse que repreenderia o devorador, Ele estava dizendo em outras palavras que faria com que a plantação desse a sua colheita. Nada mais tira o estímulo do agricultor do que plantar e não colher. Não tem nada mais deprimente para o trabalhador do que receber o seu salário no final do mês e ser roubado. Não tem nada mais triste para o fazendeiro do que perder parte do seu gado para as enfermidades, para as pragas, para os ladrões, para a seca, etc. Se estas pessoas citadas aqui forem fiéis ao Senhor, o Senhor dirá: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos”. Todo investimento tem risco. Criar gado, ações, plantar qualquer cultura, etc. O único investimento que não tem risco é o investimento no Reino dos Céus. Ou seja, quando a pessoa é fiel ao Senhor nos seus dízimos e ofertas, a sua colheita é garantida. Há muito aposentado que o dinheiro vai todo para a farmácia e para o agiota, pois é infiel ao Senhor. Há muito assalariado que o seu dinheiro desaparece por causa da sua infidelidade. Há muito pai de família que vive na pindaíba porque tem dinheiro pra tudo menos para dizimar e ofertar ao Senhor. Há muita dona de casa que quando recebe o dinheiro para fazer a feira, compra tudo o que é supérfluo, mas não tira o dízimo do Senhor. Porém, a Palavra diz: “Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais...”(9). Não há quem escape da supervisão gloriosa do Espírito Santo. O Senhor diz na Sua Palavra: “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro...”(10). “Trazei” é imperativo; é uma ordem. Não é um pedido; não é uma sugestão. É uma ordem expressa. É uma ordem clara. O povo tinha voltado do cativeiro, e começou a prosperar e, consequentemente, se esqueceu de Deus. Se esqueceu da fidelidade que sempre aprenderam desde pequenos ao Senhor. Então, o Senhor os repreende severamente para o próprio bem deles, pois Deus queria lhes dar a verdadeira prosperidade. Porém, não poderia fazê-lo estando o povo debaixo de maldição. Deus só daria a prosperidade aos fiéis. Deus não abençoa a maldição. Quem não dizima e nem oferta está debaixo de maldição, pois este é um princípio bíblico. Os que obedeceram receberam a bênção. A maioria dos judeus é próspera pois é dizimista fiel. Muito dificilmente se encontra um judeu pobre, pois eles aprenderam o princípio da prosperidade. Dizimar e ofertar fielmente ao Senhor é princípio insofismável para a prosperidade. Também puderas, com uma reprimenda dessas! Deus diz para o povo: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda”(8,9). Não há como prosperar honestamente diante de Deus se a pessoa não for dizimista e ofertante fiel. “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”(Mc 8.36). O princípio da prosperidade é claro. Quando estivermos executando algum projeto o Senhor nos dará uma boa sorte. Ele mesmo se encarregará em repreender o devorador. “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos”(11). Ou seja, mediante a nossa fidelidade o Senhor repreenderá o devorador. Agora, os que forem infiéis terão que se virar sozinhos para vencer os inimigos, porque não terão a mão do Senhor; não terão a bênção do Senhor. E sozinho ninguém conseguirá pois o devorador é muito forte. O devorador tem o poder de consumir o fruto da terra, a vide do campo, o lucro dos negócios, o salário no final do mês, o dinheiro da aposentadoria e da pensão, a saúde, as oportunidades, etc. Há uma outra promessa na Palavra que diz: “Todos os povos dirão que vocês são felizes, pois vocês vivem numa terra boa e rica. Eu, o Senhor Todo-Poderoso, estou falando(12). O mundo inteiro hoje reconhece a prosperidade do Estado de Israel. Israel é primeiro mundo. É um país pequeno, mas riquíssimo.
DEUS SEJA LOUVADO!
(Edmilson)
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sábado, 28 de março de 2009
CURSO DE DISCIPULADO
Introdução: A Bíblia é a Palavra de Deus, e a "única" regra de fé e prática que devemos nos submeter. Ela nos mostra em quem devemos crer e o que devemos fazer. Ela é a fonte da vida!
1. A Palavra de Deus é:
1.1. Revelação específica para o homem/mulher (II Pd. 1.20-21; Hb. 1.1-2)
1.2. O Evangelho da salvação para a humanidade (Rm. 16.25-26; 1.16)
1.3. Autoritativa e final (Hb. 2.1-4)
1.4. Divinamente inspirada (II Tm. 3.16-17)
1.5. Poderosa e viva (Hb. 4.12)
1.6. O Caminho para prosperidade e vida (Js. 1.8; Pv. 4.20-22)
2. A Palavra de Deus não é:
2.1. Um livro de ciência - Pensamentos científicos são encontrados na Bíblia - Ex.: Gn 1-2
2.2. Um livro de história - Pensamentos históricos são encontrados na Bíblia - Ex.: Reis/Crônicas
2.3. Um livro de filosofia - Pensamentos filosóficos são encontrados na Bíblia - Ex.: Provérbios, Eclesiastes
3. A Palavra de Deus é como:
3.1. Lâmpada: ela ilumina (Sl. 119.105)
3.2. Semente: ela cresce (Lc. 8.11)
3.3. Fogo: ela devora (Jr. 5.14)
3.4. Martelo: ela quebra (Jr. 23.29)
3.5. Espada: ela ataca (Ef. 6.17)
4. A Natureza da Palavra de Deus:
A composição da Palavra de Deus e sua mensagem central: O termo Bíblia é de origem grega e significa "livros". A Bíblia é formada por 66 livros: 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. Esses livros foram escritos num período de aproximadamente 1.500 anos, por vários autores. Todos eles foram inspirados pelo Espírito Santo. Alguns nomes para a Bíblia: Escritura (Jo. 5.39); Palavra de Deus (Ef. 6.17) e Espada do Espírito (Ef. 6.17).
A natureza da Bíblia: Unidade: Escrita num período de 1.500 anos, por aproximadamente 40 autores diferentes, que viveram em épocas diferentes. Por pessoas cultas e simples, porém, ela não se contradiz, havendo uma unidade perfeita. Continuidade: Trata das coisas desde a sua origem, com narrativas do passado, presente e futuro. Circulação: O livro mais vendido no mundo. Tradução: Já está traduzida para mais de 1.500 línguas e dialetos. Sobrevivência: Nada a destrói - críticas, queimas, proibições, etc...ela continua sendo a Palavra Viva de Deus (II Tm. 1.24-25). Atualidade: Antiga, porém, fala para as pessoas que vivem no neste século.
A revelação da Bíblia: Através dela Deus revelou Sua vontade. Revelação quer dizer Deus mostrando-se à humanidade. A natureza revela Deus (Sl. 19.1-6; Rm. 1.18-20). Nossa consciência revela Deus (Rm. 2.15), porém, a revelação plena de Deus está em Sua Palavra. Por isso, não precisamos de outras fontes de conhecimento sobre Deus, como: consultar os mortos (Is. 8.19-20), horóscopos, cartomantes, etc...isso tudo é contrário a vontade de Deus (Dt. 18.10-13)
A inspiração da Bíblia: A Bíblia é toda inspirada por Deus. Inspiração significa que Deus orientou as pessoas e fez com que a revelação chegasse até nós (II Tm. 3.16; II Pd. 1.20-21)
5. Alguns Objetivos da Bíblia:
5.1. Dar esperança (Rm. 15.4)
5.2. Educar na justiça (II Tm. 3.16)
5.3. Preservar do erro (Sl. 119.11)
5.4. Sustento na dificuldade (Sl. 119.92)
5.5. Ser praticada (Sl. 119.4)
5.6. Purificar (Jo. 15.3)
5.7. Repreender no erro (II Tm. 3.16)
5.8. Ensinar princípios (II Tm. 3.16)
Conclusão: Qual deve ser sua atitude para com a Palavra de Deus? Desejar (II Pd. 2.2), amar (Sl. 119.97, 127), conhecer (Os. 1.6), praticar (Tg. 1.22) e comunicar (II Tm. 2.2). Faça um propósito de ter estas atitudes durante a sua vida cristã.
Lição 02 - A IGREJA VERDADEIRA
Introdução: A fé bíblica é comunitária. A igreja é o povo de Deus. Ela é fundamental, especialmente hoje, onde o mundo secularizado (sem Deus) prega a vida religiosa sem a presença da igreja.
1. Definição de Igreja:
O significado da palavra "IGREJA":
1.1. IGREJA é uma palavra grega (Ekklesia) que significa uma assembléia ou congregação de pessoas, e aparece pela primeira vez em Mateus 16.18
1.2. A idéia que contém a palavra em sua construção é "um grupo chamado para fora" (Ek = para fora / Klesia = chamamento ou chamado. A igreja é uma assembléia de pessoas chamada para fora - para o mundo.
2. As Imagens Bíblicas da Igreja:
2.1. A igreja é o povo de Deus (Ex. 6.7; 19.5; Lv. 26.12; Jr. 30.22; Ez. 36.28)
2.2. A igreja é o corpo de Cristo (Ef. 1.22-23; I Co. 12.12-28)
2.3. A igreja é o templo do Espírito (I Pd. 2.5; I Co. 2.12ss)
2.4. A igreja é a noiva de Cristo (Is. 54.5-8; 62.5; Ef. 5.27; Ap. 19.7; 21.2)
2.5. A igreja é o edifício de Deus (I Co. 3.11, 16; Ef. 2.20-22; I Pd. 2.5; Ap. 21.3)
2.6. A igreja é a família de Deus (Rm. 8.14-17; Ef. 2.19; I Tm. 3.15)
2.7. A igreja é o rebanho de Deus (Jo. 10.1-30; I Pd. 5.4; 2.25; Hb. 13.20)
2.8. A igreja é a vinha de Deus (Jo. 15.1-17; I Co. 3.5-8)
3. Características da Igreja:
3.1. Santa: A igreja é o povo separado para o serviço de Deus.. Santidade não é uma virtude moralista, mas um relacionamento com Deus, ter caráter de Deus e demostrá-los ao mundo. É por meio do Espírito Santo que a igreja se torna santa para cumprir sua missão.
3.2. Católica: A palavra "católica" que dizer universal. A igreja é universal porque o Evangelho que ela anuncia é dirigido a todas as pessoas visando a salvação em Cristo. Jesus ordenou que os seus discípulos pregassem à toda criatura e que fizessem discípulos de todas as nações. A universalidade da igreja deriva-se de sua mensagem e do plano universal de Deus.
3.3. Apostólica: Os sucessores dos apóstolos são todos os cristãos. A palavra "apóstolo" quer dizer enviado, mandado. A igreja é apostólica porque também é enviada ao mundo para cumprir a missão de Deus.
3.4. Una: Unidade não significa uniformidade. A igreja tem a sua unidade em meio a diversidade. O que une a igreja é a pessoa da Pai, do Filho e do Espírito Santo. As pessoas que compõem a igreja devem manifestar a unidade visível para que o mundo creia que Jesus foi enviado do Pai.
4. Os Sacramentos da Igreja: Santa Ceia e Batismo:
4.1. Santa Ceia:
É um memorial, mas não um culto fúnebre (I Co. 11.24-25)
É a proclamação da obra redentora em Cristo (vs. 26)
É a proclamação da segunda volta de Jesus - dimensão escatológica (vs. 26)
É a oportunidade para preservar a unidade, a pureza, a consagração, o compromisso com Jesus e Seu corpo.
Quem pode participar? Todas as pessoas que já aceitaram a Jesus como Salvador e Senhor, e que estão em plena comunhão com a sua igreja. Nós cremos que a ceia é livre, mas não sem compromisso. Então o que fazer para participar? Terá que decidir se está em comunhão com o Senhor e com os outros, ou se há pecados que precisa abandonar e confessar. A responsabilidade recai sobre a pessoa: "...examine-se pois, o homem A SI MESMO " (vs. 28). Se ela participar "indignamente", ela se condenará a si mesma, será réu do corpo e do sangue do Senhor.
Quais são as conseqüências de uma participação errada (em pecado) na Ceia? 1. Desvio da CONSAGRAÇÃO (I Co. 11.17); 2. Acumulo de pecados, endurecimento (vs. 28); 3. Quebra de unidade, perda da comunhão (vs. 21, 33); 4. Fraqueza espiritual (vs. 30); 5. Morte precoce da pessoa (vs. 30)
4.2. O Batismo:
O Batismo é o "selo" da graça de Deus em nós. Selo interior: o Espírito Santo (Ef. 1.13-14, 4.30) e selo exterior: o batismo com água (Mc. 16.16). É a proclamação e a confissão pública da graça de Deus (At. 2.37-41, 9.18, 16.15, 33-34). O batismo com o Espírito Santo introduz na igreja universal (I Co. 12.13), na água introduz na igreja local (Mt. 28.19). O batismo não é uma iniciação e nem a lavagem dos pecados. Ele não salva... mas é uma oportunidade para testemunhar publicamente a fé e identificar-se com a igreja local.
Conclusão: A verdadeira igreja será totalmente reconhecida pela sua unidade nos relacionamentos, pela sua santidade de vida, pela sua abertura a todos, pela sua submissão à autoridade das Escrituras, pela sua pregação de Cristo em palavras e sacramentos, e pelo seu compromisso com a missão de Deus no mundo.
Lição 03 - VITÓRIA SOBRE A TENTAÇÃO
Introdução: Não obstante a pessoa ser salva por Cristo, ela está sujeita às tentações. Aliás, é após a conversão que as tentações se tornam evidentes. O fato é que agora, após a aceitação de Jesus, a pessoa está envolvida numa batalha espiritual. Ela está do lado vencedor, é claro! A Bíblia afirma que o cristão não deve viver debaixo do império da morte (das trevas), do pecado. Por outro lado, também devemos ser provados em nossa fé. O que fazer então?
1. A diferença entre tentação e provação: (na língua grega a palavra é a mesma)
1.1. Tentação:
1.1.1. De origem satânica e carnal (Mt. 4.1; Jo. 13.2; Tg. 1.14)
1.1.2. Visa sempre o mal, ou seja, tirar-nos da dependência de Deus (Mt. 4.3-6, 8-9)
1.1.3. Não é pecado em si (Jesus foi tentado) (Hb. 4.15)
1.1.4. Pode ser definida como aquele impulso inicial que a pessoa sente para cometer pecados (Rm. 7.18-19)
1.1.5. Tentação é, pois, procurar seduzir alguém para o pecado, persuadir a tomar um caminho errado
1.2. Provação:
1.2.1. De origem divina (Gn. 22.1)
1.2.2. Visa fortalecer a pessoa e não derrubar (Hb. 11.17-19) Observação: Deus não queria derrubar Abraão, mas fortalecer sua fé.
1.2.3. Como a palavra já diz, significa "pôr alguém à prova, submeter a um teste"
1.2.4. A provação vem, muitas vezes, através do sofrimento (I Pd. 2.20)
1.2.5. É motivo de alegria (Tg. 1.2-4)
2. Por quem somos tentados? As fontes da nossa tentação
2.1. Pelo Diabo:
2.1.1. Quem é ele? (Jo. 8.44)
2.1.2. O que ele faz? Sua estratégia (I Pd. 5.8)
2.1.3. Qual é seu objetivo final para com a pessoa? (Jo. 10.10)
2.2. Pelo Mundo:
2.2.1. Mundo é o sistema mundial contrário aos princípios de Deus. É a humanidade afastada de Deus e dominada pelo diabo.
2.2.2. O que o mundo oferece? Prazer, possessões e posição (I Jo. 2.15-17)
2.2.3. Fortaleça seu interior pelo Espírito Santo, e vença o mundo
2.3. Pela carne:
2.3.1. Carne é o princípio dinâmico pecaminoso que opera em nós
2.3.2. Está em oposição ao Espírito de Deus (Gl. 5.17)
2.3.3. As obras da carne (Gl. 5.19-21)
3. Tentação: início do processo que leva à morte: (Tg. 1.13-15)
Como é esse processo? Pensamento (cobiça) ð Imaginação (atrai) ð Desejo (seduz) ð Decisão (concebido) ð Ação (pecado) ð Morte (separação de Deus)
As tentações começam em nossa mente. Se perdermos a batalha na mente, o passo seguinte é a imaginação. Da imaginação vem o desejo. Do desejo surge a decisão. Após a decisão vem a ação. Uma vez consumada a ação (em palavras, pensamentos, ações ou reações) vem a morte (separação).
4. Como obter vitória sobre a tentação?
4.1. Levar todo pensamento cativo à obediência de Cristo (II Co. 10.5)
4.2. Vigiar e orar (Mt. 26.41)
4.3. Estar cheio(a) da Palavra de Deus (Cl. 3.16; Fp. 4.8-9)
4.4. Apropriar-se pela fé dos recursos de Deus (I Co. 10.13)
4.5. Andar continuamente no Espírito (Gl. 5.16)
4.6. Manter comunhão constante com os irmãos (Cl. 3.16)
4.7. Revestir-se da armadura de Deus (Ef. 6.10-20)
5. O que fazer quando ceder à tentação?
5.1. Quando pecamos nossa comunhão com Deus é interrompida (Is. 59.2)
5.2. A solução está:
5.2.1. Na confissão e abandono do pecado (Pv. 28.13) Se houver outras pessoas envolvidas é necessário acertar com elas (Mt. 5.23-24)
5.2.2. Na confissão e confiança de que o sangue de Jesus é suficiente para garantir o nosso perdão e nos purificar (I Jo. 1.9)
Conclusão: Às vezes, um mesmo fato pode servir de tentação e de provação. Deus permite certas coisas em nossas vidas para provar a nossa fidelidade, e nos fortalecer ainda mais (quando o ouro passa pelo fogo ele fica depurado). O diabo pode tirar proveito da mesma circunstância para nos derrubar. Como na vida de Jó.
Lição 04 - FINANÇAS: A GRAÇA DE CONTRIBUIR
Introdução: A maioria das pessoas gasta a maior parte de suas vidas tentando ganhar dinheiro. A Bíblia nos ensina que tudo deve ser feito para glorificar a Deus (II Co. 10.31). Nós podemos e devemos glorificar a Deus com o nosso dinheiro. A Bíblia tem muito a dizer sobre finanças, pois Deus sabia as dificuldades, tentações e pressões que iríamos receber nesta área. Ele nos deixou instruções bem definidas e específicas nesta área.
1. O amor de Deus se manifesta em dar:
1.1. Ele nos deu Jesus Cristo (Jo. 3.16; Rm. 5.8)
1.2. Jesus, sendo rico, fez-se pobre por amor a nós (II Co. 8.9)
2. Contribuir é graça e não obrigação:
Graça é algo que está além das nossas virtudes: salvação, contribuição, sofrimento (II Co. 8.1)
3. Quatro tipos de fé:
3.1. A fé salvadora (At. 16.31)
3.2. A fé santificadora (II Co. 1.30; Gl. 5. 22-23)
3.3. A fé que se orienta nos fatos e possibilidades de Deus (Hb. 11.1)
3.4. A fé que se preocupa com Deus e sua obra (Jo. 4.34; Fl. 1.20)
4. A graça de Deus nos permite contribuir:
4.1. Pois tudo é de Deus (Dt. 8.18; Sl. 24.1; I Cr. 29.10-17)
4.2. Pois tudo o que você conseguiu é graças a Deus (I Co. 4.7; II Co. 9.10)
4.3. É graça/gratidão, e não troca de favores ou cobrança (Gn. 4.1; Jd. 11)
4.4. É graça, e não medo (II Co. 9.7)
4.5. É graça, porque Deus multiplicará conforme a minha fidelidade (II Co. 9.8-11; Lc. 6.38; Mt. 13.12; Ml. 3.8-9; Pv 19.17)
5. Um exemplo de contribuição: a Igreja da Macedônia (II Co. 8-9):
5.1. A situação financeira dela: profunda pobreza (8.2)
5.2. Atitudes ao contribuir: alegria e generosidade (8.2), voluntariedade (8.3), boa vontade (8.12)
5.3. Quanto contribuir: na medida e além das posses (8.3), auto-empobrecimento (8.9)
5.4. Finalidade de contribuir: assistência aos santos (8.4), entrega total a Deus (8.5)
5.5. Como contribuir: com diligência (8.8), presteza e zelo (9.2)
5.6. Ensino e administração: aberto (8.16-23) e por pessoas: comprometidas e amorosas (8.16), cuidadosas e voluntárias (8.17), reconhecidas (8.18), zelosas e experimentadas (8.22) companheiras, cooperadoras (8.23)
5.8. Promessas aos que contribuem: as boas obras dão alegria e permanecem (9.7-9)
5.9. A contribuição redunda em muitas ações de graças (9.12-13)
6. O Dízimo: (Exemplos)
6.1. Abraão (Gn. 14.18-24)
6.2. Jacó (Gn. 28.18-22
6.3. Na Lei (Lv. 27.30-34; Dt. 14.22-29)
6.4. Na História do povo de Israel (II Cr. 31; Ne. 10.35-38; Ml. 3.7-12)
6.5. No Novo Testamento (Lc. 11.42; I Co. 9.9-14 - Note a palavra: assim...)
7. Como gastar os outros nove décimos?
É errôneo o pensamento de que um décimo é de Deus os outros nove são nosso. Antes de gastar o dinheiro devemos separar o dízimo e pedir a direção divina para gastarmos sabiamente o restante, porque eles são tão sagrados como o décimo que damos para o trabalho do Senhor. Normalmente as pessoas não tem dinheiro para contribuir porque fizeram o planejamento de investimentos (roupa, brinquedos, alimentação, férias, etc.) com tudo o que ganham. Quem não separa o dízimo, dando logo no início do mês (no ato de receber), perceberá que nunca irá sobrar.
Conclusão: 1. A contribuição financeira é a resposta material à compreensão de que se recebeu o dom inefável de Deus: Jesus Cristo (I Co. 3.22); 2. O dízimo deve ser considerado como o mínimo de contribuição, ou o ponto de partida para uma contribuição liberal que vai até o sacrifício (Mc. 12.41-44). Para alguns, dar o dízimo é um ato de fé por causa do salário minguado. Para outros é uma parcela relativamente insignificante. A proporção da contribuição deve aumentar na razão direta do dinheiro que se ganha.
Lição 05 - O NOVO NASCIMENTO: João 3.1-21
Introdução:
1. O que não é novo nascimento:
1.1. Não é reencarnação:
1.1.1. Nicodemos não disse: "pode, porventura; um homem voltar a um ventre materno?" Ele disse: "pode voltar ao ventre materno?" Ele pressupunha que se tratava do ventre da sua própria mãe - e a mãe dele devia ter, pelo menos, 75 anos.
1.1.2. Jesus disse: "O que é nascido da carne, é carne; e o que é nascido do espírito, é espírito". O que é uma reencarnação? Reencarnação não é voltar na carne? Jesus estava falando de um nascimento espiritual.
1.2. Não é um processo natural:
1.2.1. Não é nascendo uma segunda vez da carne, que alguém nasce de novo.
1.2.2. Não é através da intelectualidade.
2. O que é novo nascimento? Jesus explica:
2.1. É nascer da água: "...quem não nascer da água ...não pode ver o Reino de Deus".
2.1.1. Não é num sentido biológico - de alguém que está envolto num liquido amniático no ventre da mãe, e que para encontrar-se com Jesus, tem que vir ao mundo pelo canal natural do nascimento.
2.1.2. Não é nenhuma referência à teologia do batismo, como um sacramento salvador. Batismo é conseqüência.
2.1.3. Nascer da água significa: ARREPENDIMENTO. Nicodemos era extremamente religioso. Jejuava duas vezes por semana. Fazia parte de um grupo de homens religiosos. Tinha uma moral ilibada. Mas Jesus disse a ele: "Você precisa de arrependimento ou não vai entrar no Reino de Deus". Essa foi a mensagem de João Batista: "Arrependei-vos, porque está próximo o Reino de Deus".
2.2. É uma obra regeneradora: "...quem não nascer do Espírito, não pode ver o Reino de Deus".
2.2.1. É o derramar do Espírito Santo no coração. Você continua dentro da mesma pele. A casca é a mesma, mas o coração não é (Tt 3.4-6; Sl 51.10)
2.2.2. Ninguém nasce de novo por si mesmo. É obra do Espírito Santo.
3. Qual é o "método" para se nascer de novo?
3.1. A história da serpente
3.1.1. Israel peregrinava no deserto
3.1.2. Se enfastiaram do mana de Deus
3.1.3. Blasfemaram contra Deus e Moisés. Deus irou-se!
3.1.4. Deus envia serpente abrasadoras que penetraram pelos arraiais israelitas e começaram a morder o povo.
3.1.5. Elas picavam com veneno mortífero e milhares começaram a morrer.
3.1.6. Clamaram a Moisés: "Intercede por nós". Moisés clamou ao Senhor.
3.1.7. O Senhor respondeu: "Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar, viverá". (Nm. 21.8)
3.2. A história de Jesus
3.2.1. Se você quer nascer de novo, então olhe para a cruz de Jesus. Ele vai fazer uma "transfusão de sangue" para tirar o pecado venenoso do seu coração, das suas veias.
3.2.2. Jesus ilustra para Nicodemos que Deus livrou o povo de Israel. Agora ele mostra a Nicodemos que Ele (Jesus) seria levantado da cruz com vitória, "para que todo o que nele crê tenha a vida eterna". O "método" é crer em Jesus.
3.3. Diante disto:
3.3.1. Reconheça que você é pecador(a).
3.3.2. Arrependa-se de seus pecados.
3.3.3. Reconheça Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.
3.3.4. Confesse-o.
3.3.5. Peça para Ele entrar em sua vida.
4. Qual é a importância do novo nascimento?
4.1. É importante porque é possível:
4.1.1. Se alguém não nascer...não pode
4.1.2. Mas, se alguém nascer...pode. Portanto é possível!
4.2. É imprescindível: "Importa-vos nascer de novo". Importa significa é necessário.
4.3. É uma realidade histórica. Não é para depois da morte. Mas para hoje - aqui e agora.
5. Quais são os benefícios do novo nascimento?
5.1. A Vida Eterna: Salvação
5.2. A absolvição de todo e qualquer julgamento (Rm 8.1-2)
5.3. Atração irresistível pela luz. É impossível você nascer de novo e querer viver um cristianismo isolado.
5.4. Frutos morais em virtude da transformação - "...a fim de que suas obras sejam manifestas; porque feita em Deus (I Jo 5.18)
Conclusão: Isso é o novo nascimento! Você precisa nascer de novo para ir morar com Deus. Você já nasceu de novo? Então, o que você está esperando?
Fonte: http://miriamz.sites.uol.com.br/Evangelismo/cursodiscipulado.htm
sábado, 21 de março de 2009
PARA QUEM SAI ANDADO E CHORANDO...
Uma palavra para os semeadores de hoje
Lendo a parábola do semeador e o Salmo 126 lembrei-me de muitos amigos e vários missionários. Veio forte a cena dos semeadores de hoje. Aqueles que falam de Jesus, visitam de casa em casa, servem o caído, cuidam do enfermo e enfrentam seus medos. Alguns andam a vida toda, aprendem línguas diferentes, estudam culturas distantes, escrevem projetos, sempre mais um lugar a chegar.
O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para cumprirmos o ministério que Jesus nos confiou é necessário andar e chorar. E é certo que muitos fazem ambas as coisas. Tantas idas e vindas, caminhos incertos, a impressão de que há sempre mais um passo a dar, uma pessoa a evangelizar. E as lágrimas, que descem abundantes com a saudade que bate, a enfermidade que chega, o abraço que não chega, o fruto que não é visível, o coração que já amanhece apertado, o caminho que é longo demais.
Creio que temos andado e chorado. Mas voltaremos um dia, trazendo os frutos, apresentando ao Cordeiro e dando glória a Deus! Poderá ser amanhã, ou em algum momento ainda distante. Mas ainda não é hora de voltar. É hora de seguir, andando e chorando, com alegria no coração e sabendo que não trocaríamos esta viagem por nenhuma outra na vida. O grande consolo e motivação é que não andamos sós. Ele está conosco. E maior é Aquele que está em nós. Portanto não desistimos, olhando sempre para o horizonte a frente e trazendo à memória o que pode nos dar esperança.
Guarde seu coração enquanto anda e chora. Não perca a alegria de viver e caminhar, nem a mansidão, nem a oração, ou o humor, ou o amor.
Não deixe de semear mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma há de germinar e talvez a mais improvável. A que menos promete. Não dê ouvidos aquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.
Abrace o que também anda e chora que está ao seu lado. Ele talvez se sinta só e pense que é o único que chora enquanto caminha.
Andar e chorar é cumprir a missão. Se você tem feito isto, louve a Deus por esta oportunidade. É um grande privilégio. Um dia você voltará...
Fonte: www.ronaldo.lidorio.com.br
domingo, 8 de março de 2009
Singularidade indisputável de Jesus
Era noite. Havia chegado a festa da Páscoa. O clima estava pesado. Jerusalém, apinhada de peregrinos, estava prestes a contemplar a mais dolorosa cena de sua sofrida história. No cenáculo, Jesus passava suas últimas instruções para os discípulos antes de mergulhar nas densas trevas da fatídica noite de sua prisão. Judas já havia vendido sua consciência por dinheiro para entregar o Mestre. Os discípulos estavam perturbados e aflitos. Nas caladas da noite, o sinédrio judaico, tomado de inveja, maquinava planos para condenar Jesus à morte. Aquela hora estava agendada na eternidade. Para aquele momento Jesus tinha vindo ao mundo.
Jesus haveria de glorificar o Pai com sua morte e abrir para nós a porta da redenção. Jesus acalma os discípulos, falando-lhes da Casa do Pai e do lugar que iria preparar para eles. Tomé, assaltado pela dúvida afirma não saber o caminho para onde Jesus vai. Respondeu-lhe Jesus: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6). Três verdades benditas são aqui destacadas:
1. Jesus é o caminho que nos conduz a Deus – Jesus não é uma senda incerta, uma trilha insegura, um atalho duvidoso, uma estrada perdida, uma rota dentre outras, um caminho qualquer, mas o Caminho. Não existem vários caminhos para Deus. Não existem várias sendas para a bem-aventurança eterna. Jesus é o único caminho para o Pai. Ele é a única vereda que nos conduz à eternidade de glória. Fora dele ninguém pode chegar ao céu. Jesus é o único mediador entre Deus e os homens. Ele é o caminho, ele é a porta, ele o único que pode nos tomar pela mão e nos reconciliar com Deus.
2. Jesus é a verdade que dirige os nossos passos - Os gregos definiam a verdade em termos da harmonia de idéias, na esfera do pensamento. Para os hebreus, a verdade tinha uma relação direta com o campo da vivência. A verdade do grego era expressão da lógica, enquanto a verdade do hebreu era uma expressão existencial. Jesus não é apenas uma verdade conceitual, mas a perfeita expressão da harmonia entre o humano ser e a augusta Divindade, entre a vontade divina e o humano querer. Jesus não é apenas a verdade que satisfaz a nossa mente, mas a verdade que dirige os nossos passos. Jesus é a verdadeira expressão do verdadeiro Deus. Ele é Deus feito carne. Ele é a exegese de Deus. Ele é Deus Emanuel. Jesus é a verdade que liberta, a verdade que transforma e a verdade que satisfaz.
3. Jesus é a vida que devemos viver – Jesus é o autor da vida. Ele é o criador e o mantenedor da vida. Nele nos movemos e existimos. À parte de sua providência pereceríamos inevitavelmente. Mas, Jesus também é o autor da vida espiritual. Ele veio para nos trazer vida e vida em abundância. Ele morreu a nossa morte para vivermos a sua vida. Por sua morte e ressurreição, ele venceu a morte e trouxe à luz a imortalidade. Agora, todo aquele que nele crê tem a vida eterna. A essência da vida eterna é conhecer a Deus e a Jesus, o seu Filho eterno. Não há vida espiritual à parte de Jesus. Nossas cerimônias são vazias sem Jesus. Nossos rituais são desprovidos de significado sem Jesus. Nossa religião é vã sem Jesus. Ele não apenas dá vida, ele é a vida! Sem Jesus os homens, mesmo vivos, estão espiritualmente mortos; mas, em Jesus recebem vida plena, abundante e eterna.
Jesus é absolutamente singular. Ele é a segunda Pessoa da Trindade. Ele é o Filho eternamente gerado do Pai. Ele é o Messias prometido. Ele é o Salvador do mundo. Ele é o Senhor da História. Ele é o dono da Igreja. Ele é o Rei que governa as nações e voltará em majestade e glória. Ele é o caminho que nos conduz a Deus. Ele é a verdade que sacia nossa mente, inspira nossa conduta e guia os nossos passos. Ele é a vida que recebemos e que devemos ser e viver por toda a eternidade.

domingo, 1 de fevereiro de 2009
tanto lugar no Brasil, por que fazer projeto missionário no Nordeste?
2 - Porque existem + ou - 300 cidades com menos de 1% de evangélicos.
3 - Porque no nordeste existem muitas pessoas que estão escravizadas pela idolatria.
4 - Grande desigualdade social.
5 - Tradiçoes religiosas, e religiosidade.
6 - Expansão do espiritismo e sincretismo religioso.
7 - Falta de investimentos por parte da igreja brasileira.
http://projetoprosertao.spaceblog.com.br
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
A mídia não sabe avaliar o mundo gospel
Estive lendo um artigo num desses jornais on-line entrevistando uma cantora evangélica (que eles chamam de cantora gospel), que prefiro não citar o nome, e pude perceber que o critério de julgamento deles é completamente mundano e destituído da sabedoria da Palavra de Deus, para tal julgamento. O jornal exalta a cantora por muitas conquistas e ela própria afirma que vai conquistar muito mais. Ora, se a própria cantora não sabe se avaliar pelos critérios bíblicos para afirmar que as glórias do mundo nada é, e que o que importa é o que Deus acha do trabalho dela, e que a recompensa dela vem de Deus, muito menos o jornal vai saber distinguir a glória do mundo e a glória que vem de Deus. Estamos vivendo momentos de “glórias”, mas são as glórias que vêm do mundo e não de Deus. Muitos cantores gospel estão sendo exaltados pela mídia e eles por falta de conhecimento bíblico, ou por vaidade, ou pecado não sabem transferir a glória para Deus e nem sabem fugir desses assédios da mídia, que é normal no meio artístico. Isso é patético, e oro para que o Senhor não permita que cheguemos ao tempo em que veremos os cantores evangélicos confundidos com os cantores seculares.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Atitudes Sábias e Espirituais de Quem se Encontra no Deserto
(Mc 7.24-30)
Há uma história muito especial na Palavra, de uma mulher que não fazia parte dos filhos de Israel, nem se quer fazia parte dos filhos perdidos da casa de Israel. Essa mulher era grega, de origem siro-fenícia, o que quer dizer que ela não estava na lista de prioridade do Senhor, pois Ele veio primeiro para o que era seus, apesar de que os seus não O receberam, como diz a Palavra (Jo 1.11). Sorte nossa, pois, “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome” (Jo 1.12). Esta siro-fenícia estava passando por um deserto sem precedentes em sua vida. A dor e a vergonha faziam parte da sua rotina, pois tinha uma filha possessa por um demônio que lhe causava muito sofrimento. Não se sabe exatamente a intensidade deste sofrimento, mas quem tem uma filha possuída por um demônio não sofre menos do que alguém com a alma dilacerada pela dor. Quando o Senhor Jesus chega à cidade desta mulher, mais do que depressa ela vai buscar ajuda diante do Mestre. Ela rogava para que Jesus expelisse da sua filha o demônio. O Senhor dá uma explicação a ela que Ele deveria socorrer primeiro os filhos de Israel e só depois teria tempo para os não-judeus. Ela tenta dissuadi-Lo e pede socorro com muita insistência. E consegue a atenção do Mestre. Jesus fica admirado com a fé da mulher e a socorre curando a sua filha. O demônio saiu da garota e a história daquela mulher mudou. Imagine a dor de uma mãe ao ver a sua filhinha se contorcendo por causa de um demônio, ao ver a sua filha quebrando tudo dentro de casa, ao ver essa mesma filha sendo lançada no fogo ou na água. Mas agora tudo mudou, agradecia aquela mulher a Deus. Se analisarmos direitinho a sua história poderemos tirar algumas lições para a nossa vida.
1) A mulher reconheceu a gravidade do seu problema e buscou socorro na pessoa certa(24,25).
2) A mulher se humilhou diante de Jesus, colocando a boca no pó(25).
3) A mulher rogava - ela rogava que Jesus a socorresse, que o Senhor expelisse da sua filha o demônio. Ela rogava insistentemente(26)
4) A mulher deu uma grande demonstração de fé(28)
Você que se encontra enfermo ou com algum outro problema grave, à semelhança daquela mulher que tinha de suportar a dor de muitas vezes ver a própria filha sendo atormentada por demônios, clame como ela fez. Ela colocou a boca no pó, se humilhou diante do Senhor Jesus, e por isso encontrou o favor de Deus. A mulher orava insistentemente pois esperava ver a sua filha curada. Somente alguém com tamanha fé consegue a benção de Deus. O Senhor tem muitas bênçãos para nos dar, nós é não estamos ainda preparados para recebê-las