quarta-feira, 8 de julho de 2009

Pastor ou Lobo?

Conheça as 46 Diferenças Básicas entre Pastores e Lobos
Pastores e lobos têm algo em comum: ambos se interessam e gostam de
ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos
deixam confusos para saber quem é quem. Isso porque lobos desenvolveram
uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de
outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos.
No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos. Urge a cada
um de nós exercitar o discernimento para descobrir quem é quem.

“Os lobos estão entre nós e é oportuno lembrar-nos do aviso de Jesus
Cristo: Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós
vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores?” (Mateus 7:15).

Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.
Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e
dominadores.
Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
Pastores olham nos olhos, lobos contam cabeças.
Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
Pastores têm senso de humor, lobos se levam a sério.
Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos
caricatos.
Pastores vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.
Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam
pelo crescimento das ofertas.
Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a
instituição.
Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
Pastores falam da vida cotidiana, lobos discutem o sexo dos anjos.
Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e
pregam a lei.
Pastores usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como
pretexto.
Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos
pessoais.
Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a
infantilização das ovelhas.
Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos
lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
Pastores tem dons e talentos, lobos tem cargos e títulos.
Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.
Pastores dirigem igrejas-comunidades , lobos dirigem igrejas-empresas.
Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.
Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram
ovelhas dependentes e seguidoras deles.
Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em
vínculos de co-dependência.

Fonte: Ministério Aliança com Deus Internacional

HISTÓRIA DE NILSON

José Nilson de Lima Lins é um irmão muito dedicado em nossa igreja. A sua história começou quando sua irmã, Maria Iolenes, que estava enferma e já passou para a eternidade, frequentava a nossa igreja, em busca da cura. Na luta pela cura da irmã, Nilson não perdia os culto. Convidamos-lhe para participar do estudo bíblico que fazíamos semanalmente em nossa casa, ele aceitou e descobriu nos estudos que Jesus e somente Jesus poderia salvá-lo dos seus pecados. Católico assumido abandonou os ídolos e abraçou a fé. Com ele, veio quase toda a família: esposa, mãe, tia, sogra e sobrinhos. Quase todos já foram batizados. O irmão Nilson se dedicou de tal maneira que o colocamos como um dos obreiros de nossa Igreja. Evangelista nato, já abriu uma congregação no povoado de Tiririca. Está sempre distribuindo folhetos e pregando a Palavra. Começou o estudo em nosso seminário e já se prepara para o ministério pastoral, se essa for a vontade de Deus.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

O PASTOR EFICAZ

Por: Pr. Ricardo Paixão de Oliveira

Saiba o que faz um pastor eficaz no Reino de Deus.
O Que Faz o Pastor Eficaz?
Durante algum tempo tenho procurado gerenciar o meu ministério de uma forma bíblica, espiritual, dinâmica e modernizada. Gosto muito de escrever sobre o procedimento cristão, juventude, vida conjugal, etc. Entretanto, o que Deus tem nos direcionado e com perspicácia é o fator pastorado. Desde o apostolado, Paulo juntamente com os demais, se preocuparam com a qualidade da liderança, olhando para o hoje, a ponto de despertar-nos ao que chamo de Performance Ministerial. Talvez você já ouviu ou foi ministrado sobre vida cristã autêntica e eficaz, onde o contribuinte principal para isso acontecer, é o Pastor. Portanto, para que o pastor seja eficaz e a igreja equilibrada nos seus propósitos, faz-se necessária uma administração pastoral eficaz. A palavra eficaz significa: "O que produz efeito, convincente, que dá bom resultado." Enfim, é o que mais precisamos e queremos, de resultados. Deus quer resultados e não meras opiniões a arrazoamentos. Para isso, devemos ser eficazes. Aprofundemo-nos neste assunto: O que realmente faz um pastor eficaz
1 - INTERESSA-SE!
Um pastor eficaz interessa-se pelo trabalho desenvolvido na sua igreja. Seja ele qual for, da música à zeladoria, do púlpito a recepção, interessa-se pelo avanço e crescimento do evangelho e também das demais denominações, sem ficar alienado ao contexto ministerial. O triste é que muitos amigos e companheiros por se posicionarem como tal, esqueceram de crescer mais. Nunca seja um desinteressado na Obra de Deus.
2 - CORRE!
O pastor eficaz também corre. O mundo corre para a globalização, corre para seu avanço tecnológico, corre para seu trágico fim. Assim também o verdadeiro e eficaz pastor deve correr atrás de suas ovelhas e principalmente de informações precisas para o desenvolvimento de seu trabalho em vez de se acomodar num confortável trono de reclamações e queixumes.
3 - TEM UM ESPAÇO!
O líder que perdeu o espaço é por que está sem visão. Diz-se que: "No mundo tem espaço para todo mundo." Concordo. No mundo tem espaço para qualquer um, mas no ministério destes tempos, aquele que não tem visão, está atrapalhando quem tem. Tenho aprendido que o pastor ou líder de qualquer segmento, deve ter um espaço natural de influência, conseqüência espontânea de sua ação e capacidade de trabalho gerencial. Um pastor sem espaço, eu repito, está sem visão. Se este estiver ineficaz na visão, sua igreja não cresce, seus projetos não seguem e causam confusão. Adquira o seu espaço ou poder de influência!
4 - É PARTICIPATIVO!
Importantíssimo. O eficiente, pratica efetivamente um estilo de trabalho participativo, baseado na tomada de decisão em conjunto, quando esta afeta o grupo, colaboração mútua, confiança e transparência de ações e atitudes aparecem. Tenho visto alguns pastores querer ser tudo na Igreja. Não delega, não participa idéias, não conversa, não possui nem diretoria! Lembremos que sozinho ninguém chega a lugar nenhum. Sejamos participativos sempre.
5 - É HUMANISTA!
É um humanista e generalista com algumas áreas de domínio específico, sem contudo ficar ilhado num pequeno mundo de conhecimentos só seus.
6 - BUSCA RENOVAÇÃO ESPIRITUAL
Esta é a principal meta. Nesse pastor encontramos sempre uma vontade de aprender estando sempre disposto, acredita na educação permanente como princípio de vida evitando a postura equivocada do "profissional" acabado ou o "dono da verdade". Tenho certeza de que não existe pastorado eficaz sem a dependência do Espírito Santo. O que mais hoje vimos, infelizmente, são os profissionais da bíblia e poucos pastores segundo o coração de Deus. Sinceramente. Que Deus nos guarde!
7 - É RESPEITADO!
O eficaz pastor de ovelhas, tem uma marca, a do respeito. Precisamos fazer valer o "Respeito é bom e eu gosto." Ele é respeitado por que primeiro ele respeita os outros e as individualidades de cada pessoa. Respeita igualmente a autoridade hierárquica representativa, sem se deixar se bajular e sem ser bajulador. Já ouvi membro de igrejas dizer que tem até medo do pastor! Que ridículo! Quando isso ocorre é por que acabou o respeito. Acabou o respeito, já era. Somente Deus em Cristo Jesus pode refazer a integridade e a moral das pessoas.
8 - NÃO TRANSFERE!
A ineficiência é uma inutilidade. Outro fato importante é que o Pastor de verdade não transfere culpa para os outros ou para a igreja como seres abstratos, exercendo no entanto, com ética e espiritualidade, sem direito de ser crítico, sem ser murmurador. "Duas coisas fazem mal ao coração: subir escada correndo e criticar as pessoas." Lembre-se disso.
9 - AFUGENTA!
O verdadeiro pastor não faz fofocas e intrigas, antes a afugenta, em vez de estimulá-las. Tiago escreveu: "Irmãos, não faleis mal uns dos outros." (Tg 4.11.a). Se quisermos ser eficazes em nosso ministério, precisamos amarrar a nossa língua ante o Satanás. Não existe igreja eficaz onde o pastor é um maldizente.
10 - CONSTRÓI!
Ele constrói o futuro, antecipa mudanças, enxerga a frente, em vez de omitir-se. O pastor eficaz e feliz no ministério é criativo e empreendedor, pois, não teme novas mudanças. É um verdadeiro construtor.
11 - TEM CAPACIDADE DE CONCENTRAÇÃO!
Ele deve possuir capacidade de concentração e objetividade percebendo e corrigindo desvios com um feedback constante e significativo nos trabalhos dos ministérios da igreja, quaisquer que sejam.
12 - SABE DIZER!
O eficaz mesmo, sabe dizer: "desculpe-me, eu estava errado."; "muito obrigado"; "somos uma equipe.", sem perder a liderança e sim fortalecê-la . O Conceito da humildade e sensatez está na mente de Deus. Nunca vi nenhum pastor ser bem sucedido sem o princípio da humildade. Precisamos saber dizer estas palavrinhas "mágicas".
13 - É UM LÍDER!
Ele é um líder nato ou formado, que sabe o quanto pode e deve esperar de cada um de seus liderados, que saber incentivar e motivar seu ministério para um trabalho em equipe, participativo e eficaz. Esperamos que nestes últimos dias em que atravessa a igreja de Cristo que todos os pastores e líderes, pensem e reflitam nestas palavras:
INTERESSE, CORRIDA, ESPAÇO, PARTICIPAÇÃO, HUMANISMO, RENOVO,
RESPEITO,TRANSFERÊNCIA, FUGA, CONSTRUÇÃO, CONCENTRAÇÃO, SABER E LIDERANÇA.
Quando atingirmos todas as fases concomitantemente aí seremos verdadeiramente eficazes.
Pr. Ricardo Paixão de Oliveira
Um parceiro Melodia

sábado, 20 de junho de 2009

William Carey (1761-1834)


William Carey viveu num momento muito importante do movimento missionário protestante, que começou com seu ministério de quarenta anos na Índia, e incluía outros nomes famosos, como Henry Martyn, Adoniram Judson, Robert Morrison, David Livingston e Hudson Taylor. Todos conheciam Carey pessoalmente ou foram influenciados por ele.

Uma Testemunha Fiel
William Carey nasceu pobre na zona rural de Northamptonshire, no centro da Inglaterra, a 17 de agosto de 1761. Foi criado num lar anglicano e seu pai era tecelão e trabalhava num tear em sua própria casa. A infância de Carey foi rotineira, exceto por problemas de alergia que o impediram de trabalhar como jardineiro. Em lugar disso, começou a trabalhar como sapateiro. Aos dezessete anos foi convidado para ouvir uma pregação "não-conformista" e converteu-se. Aos 22 ou 23 anos dedicou-se ao estudo das Escrituras acerca do batismo e decidiu ser batizado como crente, por John Ryland Jr., no rio Nene, em 5 de outubro de 1783, tornando-se membro da igreja batista. Mesmo morando perto de Oxford e Cambridge, onde estão duas das mais famosas universidades do mundo, freqüentou a escola apenas até os doze anos. Antes dos vinte anos, casou-se com a cunhada de seu patrão, Dorothy, que era cinco anos mais velha de que Carey, e como muitas mulheres de sua classe naquela época ela era analfabeta. Os primeiros anos de casamento foram difíceis e pobres. Depois de algum tempo ele também precisou cuidar da viúva de seu falecido patrão e seus quatro filhos. Apesar destas dificuldades, Carey continuou estudando como autodidata e tornou-se um pregador leigo. Foi consagrado ao ministério em 1785 com a cooperação de John Ryland e Andrew Fuller, pastoreando a igreja batista em Moulton. Depois assumiu outro Pastorado em Leicestershire, na Associação de Northampton, embora mesmo ali fosse forçado a trabalhar para sustentar a família. Ainda assim ele seguiu um plano rígido de estudos no pastorado. Na segunda-feira estudava os Clássicos, e na terça-feira estudava hebraico e Novo Testamento grego, e nos outros dias preparava-se para os cultos. Durante esses anos no pastorado, sua filosofia de missões começou a tomar forma, e aos poucos desenvolveu uma perspectiva bíblica do assunto, convencendo-se de que a Grande Comissão é um desafio para ganhar os povos não-alcançados para Cristo. Em 1791, depois de várias pesquisas, notou que 70% do mundo não professavam o cristianismo. Quando Carey apresentou suas idéias a um grupo de pastores batistas, um deles replicou: “Jovem, sente-se”. Quando Deus quiser converter os pagãos, Ele o fará sem a sua ajuda ou a minha “. Mas Carey não desistiu. Na primavera de 1792 ele publicou um livro de 87 páginas, intitulado Uma averiguação da obrigação dos cristãos de usar meios para a conversão dos pagãos. Em 30 de maio de 1792 pregou, numa reunião de ministros da Associação Batista em Nottingham, o famoso sermão de Isaías 54.2-3:” Esperai grandes coisas de Deus e empreendei grandes coisas para Deus “. No dia seguinte", sob a influência de Fuller, foi votada a resolução de planejar a formação da “Sociedade Batista para Propagação do Evangelho entre os Pagãos”. Esta não foi uma decisão precipitada, pois, como Carey, a maioria dos ministros recebia um salário de fome, o envolvimento com missões no estrangeiro envolveria tremendos sacrifícios. Um maior interesse por missões, então, foi encorajado por Fuller e Carey. Andrew Fuller foi nomeado primeiro secretário e mais tarde William Carey, informado de que podia sustentar-se a si mesmo, ofereceu-se à nova sociedade para ir à Índia, sendo entusiasticamente aceito. Mas esta decisão de seguir para a Índia, com seu clima tropical, esbarrou na firme recusa de Dorothy. Eles já tinham três filhos, e mais um estava a caminho. Mas Carey estava disposto a ir, mesmo que sozinho. A primeira tentativa de embarcar para a Índia foi abortada. Esta demora, ainda que decepcionante para ele forneceu uma oportunidade para uma mudança de planos; Dorothy, que dera à luz há três semanas, concordou em ir, desde que Kitty, sua irmã mais nova, pudesse ir junto. Então, a 13 de junho de 1793, eles tomaram um navio dinamarquês e partiram para a Índia, chegando lá em 19 de novembro.
O começo foi bastante difícil. A Companhia das Índias Orientais tinha virtualmente o controle do país, e temia que os esforços evangelísticos de Carey diminuíssem, de alguma forma, seus lucros. Com medo de ser deportado, Carey levou sua família para morar no interior, onde passaram pobreza e grandes dificuldades. Ele teve que trabalhar o tempo todo, pois o pouco que recebia da “Sociedade" era insuficiente para seu sustento. Seu filho mais novo Peter de cinco anos, morreu de disenteria e sua esposa jamais se recuperou desta perda, ficando progressivamente deprimida e mentalmente perturbada, sendo descrita depois por colegas da missão, como “totalmente louca".
Apesar desta situação traumática e de precisar estar trabalhando continuamente numa fábrica, Carey passava horas traduzindo a Bíblia, e pregando e estabelecendo escolas. Em fins de 1795 uma igreja batista foi organizada em Malda, embora só houvesse quatro membros - todos ingleses! Mas era um começo. O culto, porém, atraía grandes multidões do povo bengalês, e Carey podia afirmar com convicção que “o nome de Jesus Cristo tornou-se agora conhecido nesta região”. Mas, depois de sete anos em Bengala, Carey não podia reivindicar nem um só convertido indiano. Mas ele não ficou desanimado. Em 1800, chegaram mais missionários ingleses, e para evitar as perturbações com o governo inglês eles se mudaram para Calcutá, no território dinamarquês de Serampore, e foi ali que ele passou os 34 anos restantes de sua vida. Com mais dois colaboradores, Joshua Marshman e William Watd, se tornaram conhecidos como o "Trio de Serampore" - uma das mais famosas equipes missionárias da história. Este posto abrigava dez missionários e seus nove filhos, numa verdadeira atmosfera familiar. Eles viviam juntos e tinham tudo em comum. Nas noites de sábado, eles se reuniam para orar e para dividir suas reclamações, sempre "prometendo amar uns aos outros'. Ruth Tucker diz:” 0 grande sucesso da Missão de Serampore durante os primeiros anos pode ser creditado em grande parte a Carey e seu comportamento santo. Sua disposição para sacrificar os bens materiais e ultrapassar o chamado do dever foi sempre um exemplo contínuo para os demais.”Como prova do trabalho harmonioso realizado em Serampore, foram organizadas escolas, levantou-se uma grande estrutura para o estabelecimento de uma impressora e acima de tudo, o trabalho de tradução continuava sendo feito. Em 20 anos, Carey e os seus amigos publicaram folhetos em 20 línguas e porções das Escrituras em 18. Durante seus anos em Serampore, Carey fez três traduções da Bíblia inteira (bengalês, sânscrito e maráthi), ajudou em outras, traduções da Bíblia inteira e traduziu o Novo Testamento e porções bíblicas em muitas outras línguas e dialetos - sempre refazendo-as para que fossem bem compreendidas. Carey disse ao completar uma de suas traduções: "Existem apenas dois obstáculos ao trabalho de Deus: o pecado do coração humano e a falta das Escrituras. Aqui, este último foi removido, pois o Novo Testamento já está traduzido em bengali “. Durante os primeiros 18 séculos de história do cristianismo foram feitas 30 traduções da Bíblia. Carey, e seus companheiros de Serampore e Calcutá dobraram o número nas três primeiras décadas do século 19! Ele também escreveu dicionários e gramáticas. A evangelização era uma parte importante do trabalho em Serampore. Carey e seus amigos, até o ano de 1818, depois de 25 anos de trabalho batista na Índia, podiam contar 600 convertidos, depois batizados, e alguns milhares que compareciam às aulas e cultos. Além dos trabalhos de tradução e evangelização, Carey procurou preparar um ministério indígena. Pensava que era fútil evangelizar a Índia com missionários estrangeiros. Estabeleceu o Colégio Serampore, em 1819, que se tornou o centro de um grupo de escolas, para o treinamento de fundadores de igrejas e evangelistas indianos. A escola começou com 37 alunos, indianos dos quais mais da metade era constituída de cristãos. Ele também se envolveu no ensino secular, tendo sido convidado para se tornar professor de Línguas Orientais no Colégio de Fort William, em Calcutá. "Tratava-se de uma grande honra para Carey, um sapateiro inculto, ser convidado para preencher tão elevada posição, a qual foi aceita com o apoio entusiasta de seus companheiros. A posição não só proporcionou uma renda muito útil aos missionários, mas também os colocou em melhor situação diante da Companhia das Índias Orientais e deu a Cárey uma oportunidade para aperfeiçoar seu conhecimento de línguas enquanto procurava responder as perguntas de seus alunos”. Por causa de seu trabalho, Carey não podia cuidar dos filhos como necessário e sua natureza dócil impedia-o de aplicar a devida disciplina, cuja falta estava se manifestando no comportamento dos meninos. Ao falar desta situação, Hannah Marshman escreveu: "O bom homem via e lamentava o mal, mas era brando demais para aplicar a correção eficaz". Mas Hannah interveio. Mas em 1807 seu filho Félix foi ordenado como missionário para a Birmânia, e em 1814 Jabez foi ordenado para ás Ilhas Molucas. Em 1807, aos 51 anos de idade, Dorothy Carey morreu. Carey sentiu-se, sem dúvida, aliviado. Ela há muito deixara de ser um membro útil da família missionária, sendo na verdade um impedimento para a obra. John Marshman escreveu como Carey quantas vezes trabalhava em suas traduções, "enquanto uma mulher insana, freqüentemente alterada ao máximo, se encontrava no quarto junto ao seu...” Depois, em 1808, ele casou com Lady Charlotte Rumohr, nascida na família real dinamarquesa e vivendo em Serampore, na esperança de que o clima fizesse bem à sua frágil saúde. Ela foi convertida pela pregação de Carey, sendo batizada por ele em 1803, e a partir daí, começou a dedicar tempo e dinheiro à missão. Carey foi verdadeiramente feliz nos treze anos em que durou o casamento, tendo se apaixonado pela primeira vez na vida. Charlotte tinha uma mente brilhante e um dom para lingüística, auxiliando Carey em seu trabalho de tradução. Ela também se aproximou dos meninos, tornando-se a mãe que eles jamais haviam tido. Ela veio a falecer em 1821. Dois anos depois com 62 anos, Carey casou-se novamente com Grace Hughes, uma jovem viúva, que cuidou dele até o fim da vida. A Companhia das Índias Orientais opôs-se ao trabalho missionário, o que acarretou reações hostis na Inglaterra. A Companhia receava perder seus lucros da escravidão. William Wilberforce (1759-1833), membro da igreja anglicana, abolicionista do tráfico de escravos e líder político no Parlamento inglês, tornou-se o campeão da causa missionária, juntamente com outros, que alcançaram sucesso em uma resolução do Parlamento a favor da liberdade dos missionários batistas na Índia, em 1813.
Um incêndio em Serampore destruiu muito do trabalho feito pelos missionários até 1813 - seu enorme dicionário poliglota, dois livros de gramática e versões inteiras da Bíblia. Os batistas ingleses contribuíram com 10.000 libras para a aquisição de novo equipamento.
Durante quinze anos a missão em Serampore trabalhou e conviveu em relativa harmonia, mas quando novos missionários chegaram, a situação mudou. Eles não se sujeitaram ao estilo de vida comunitária da missão. Um deles exigiu “uma casa separada, estábulo e serviçais”, e achavam os veteranos, especialmente Joshua Marshaman, ditatoriais. Como resultado, por causa da inabilidade do grupo mais novo, houve uma divisão, e os missionários mais novos formaram a União Missionária de Calcutá, a poucos quilômetros de seus irmãos batistas de Serampore. William Ward descreveu a situação como ”indelicada”. Mesmo os membros da Sociedade, na Inglaterra apoiaram os jovens, e por isto, em 1826, a Missão de Serampore cortou relações com a Sociedade Missionária Batista. Ele morreu em 1834 em Serampore e a seu pedido uma tabuleta simples marcou sua sepultura, com a inscrição: “Verme vil, pobre e incapaz, caio em Teus braços carinhosos”.
Carey estava avançado no tempo em sua metodologia missionária. O bispo anglicano Stephen C. Neill propôs um modelo hierárquico de ação em três níveis sobre a penetração do evangelho na cultura. Para ele, em primeiro lugar, alguns costumes não podem ser tolerados, tais como: a idolatria, infanticídio, canibalismo, vingança, mutilação física, prostituição, ritual etc. Em segundo lugar, alguns costumes podem ser temporariamente tolerados, tais como: a escravidão, o sistema de castas, o sistema tribal, a poligamia etc. E, em terceiro lugar, há alguns costumes cujas objeções não são relevantes para o evangelho, tais como o homem e a mulher sentarem-se separados nos cultos, costumes alimentares, vestimentas, hábitos de higiene pessoal etc. Uma outra categoria que poderia ser acrescentada entre a segunda e a terceira, trataria de assuntos onde há controvérsias entre as igrejas. Antecipando estas formulações, Carey por um lado, se opôs às práticas indianas prejudiciais, como a queima de viúvas e o infanticídio, mas em outras áreas procurou deixar a cultura intacta, jamais tentando impor sua cultura ocidental. Seu objetivo era fundar uma igreja nativa “através de pregadores locais”, fornecendo as Escrituras na língua nativa, e foi com esta finalidade que dedicou sua vida.
Missões não são o alvo final da Igreja, mas o culto é. O culto é o impulsor das missões, e o alvo das Missões é trazer as nações para glorificar a Deus. “Quando a chama da adoração queima pelo verdadeiro calor da real dignidade de Deus, a luz das missões brilhará até os mais remotos povos da terra”. Onde a paixão por Deus é fraca, o zelo por missões será fraco. William Carey expressou esta conexão da seguinte forma, “Quando eu deixei a Inglaterra, a minha esperança de conversão da Índia era muito forte; mas em meio a tantos obstáculos, ela viria a morrer, a menos que fosse sustentada por Deus. Bem, eu tenho Deus, e a Sua palavra é a verdade. Ainda que as superstições dos pagãos fossem mil vezes mais fortes do que são e o exemplo dos europeus mil vezes pior; mesmo que eu fosse desertado por todos e perseguido por todos, ainda assim a minha fé fixa na Palavra que não pode falhar, se elevaria acima de todos os obstáculos e venceria cada tentação. A causa de Deus triunfará". Se Carey perseverou foi por causa da visão de um Deus soberano e triunfante. Esta visão tem de vir primeiro. Experimentá-lo na adoração precede o propagá-lo em missões.
Dedicado Integralmente, William Carey era um autodidata, apaixonado por lingüística botânica, história e geografia. Ele aprendeu latim, grego, hebraico italiano, francês, holandês bengali, sânscrito, marathi, outras línguas orientais. Uma página de seu diário dá a idéia de sua dedicação: Leu a Bíblia em hebraico às 5h45 para sua devoção particular, realizou o culto doméstico em bengali às 7h, leu com um intérprete um escrito em marathi às 8h, trabalhou na tradução de um poema em sânscrito para o inglês às 9h, deu uma aula de bengali na Universidade às 10h, leu as provas do livro de Jeremias em bengali às 15h, traduziu o oitavo capítulo de Mateus para o sânscrito com o auxílio de um tradutor da Universidade às 17h, estudou um pouco a língua telinga às 18h, pregou em inglês para um grupo de oficiais britânicos e suas famílias às 19h30, traduziu o nono capítulo de Ezequiel para o bengali às 21h, escreveu cartas para a Inglaterra às 23h, e antes de dormir, ainda leu um capítulo do Novo Testamento em grego. Para Carey, o que contava não era dar tempo integral à obra de Deus, mas dar dedicação integral. Apesar de não ter feito nenhum curso de primeiro e segundo graus, Carey recebeu o título de Doutor em Divindades da Brown University em 1807 aos 46 anos, e foi membro de três sociedades científicas com sede em Londres. Foi um dos poucos missionários que nunca voltou à pátria, nem para férias, nem para trabalhos especiais, nem para morrer. Teve três esposas, sete filhos e 16 netos, dos quais o último veio a falecer em 1957. O púlpito da Abadia de Westminster, em Londres, do qual se faz a leitura das Sagradas Escrituras em todas as cerimônias religiosas inclusive casamentos da família real, é dedicado a Carey. Na madeira do púlpito está escrita a maior mensagem do famoso missionário: “Esperem grandes coisas de Deus, empreendam grandes coisas para Deus".

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A HISTÓRIA DE PÉROLA

Pérola era um ovelhinha muito feliz. Feliz porque o seu pastor era o melhor pastor do mundo. Certa vez quando se alimentava no pasto verde, preparado especialmente para ela e suas outras companheiras e amigas, por seu amado pastor, topou acidentalmente com outra ovelha, de outro rebanho. Só que esta estava suja, cheia de feridas, carrapichos e com uma das pata machucada, e por isso, mancando.
Pérola lhe perguntou:
- Quem é você e qual o seu nome?
- Eu sou uma ovelha muito infeliz, e eu não tenho nome. O meu pastor é mau e negligente. Ele não nos dá nome. Ele nos chama apenas de ovelha, ou nos trata por nomes feios. Ele não nos coloca em bons pastos nem cuida de nós. Vez por outra uma ovelha desaparece e ele nem nota a sua falta. Sempre nos leva para os piores pastos, e, se possível, onde haja um árvore frondosa para que ele passa se deitar em baixo e dormir o dia todo, até a hora de voltarmos para o curral. De vez em quando vende uma de nós para gastar o dinheiro com cachaça e mulher. Quando vem um lobo ou um cão bravo ele foge com medo. Sempre nos humilha com xingamentos e varadas. O nosso pastor é muito bruto.
Pérola ficou com muito dó da sua nova amiga e lhe contou como seu amado pastor cuida dela e de suas companheiras.
- Meu nome é pérola e meu pastor sempre nos leva para os melhores pastos, e as melhores riachos e lagoas para bebermos água cristalina. Ele sempre tira da nossa lã os espinhos e carrapichos, bem como cura as nossas feridas com azeite. Quando estamos mancando ele olha as nossas patinhas. Se alguma de nós está enferma, ele a coloca nos braços e leva para o curral para dar o devido tratamento. Se algum lobo, cão, ou algum ladrão se aproxima de nós, o nosso pastor é capaz de dar a sua própria vida para nos salvar. Ele já matou muitos lobos e outros animais selvagens, para nos livrar. Somos muito felizes pelo nosso pastor. Venha, vou apresentá-la a ele.
A ovelha magra e triste ficou muito temerosa. Mas pérola, com firmeza a conduziu até o amado pastor. O pastor se agacha, abraça e beija aquela ovelha suja e mal-cheirosa. Tomando-a pelos braços, leva-a ao curral e manda que o ajudante cuidasse dela, curando todas as feridas, aparando-lhe a lã e dando-lhe um banho com medicamento para extirpar os parasitas. Como a ovelha ficou feliz com a delicadeza daquele pastor!
(Baseado no livreto "O SALMO 23 Para os Pequeninos", 1ºcapítulo)

domingo, 10 de maio de 2009

A BONDADE, GRANDEZA E PROVIDÊNCIA DE DEUS

Salmo 145
1 Exaltar-te-ei, ó Deus meu e Rei; bendirei o teu nome para todo o sempre.
2 Todos os dias te bendirei e louvarei o teu nome para todo o sempre.
3 Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado; a sua grandeza é insondável.
4 Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos.
5 Meditarei no glorioso esplendor da tua majestade e nas tuas maravilhas.
6 Falar-se-á do poder dos teus feitos tremendos, e contarei a tua grandeza.
7 Divulgarão a memória de tua muita bondade e com júbilo celebrarão a tua justiça.
8 Benigno e misericordioso é o SENHOR, tardio em irar-se e de grande clemência.
9 O SENHOR é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras.
10 Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR; e os teus santos te bendirão.
11 Falarão da glória do teu reino e confessarão o teu poder,
12 para que aos filhos dos homens se façam notórios os teus poderosos feitos e a glória da majestade do teu reino.
13 O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O SENHOR é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras.
14 O SENHOR sustém os que vacilam e apruma todos os prostrados.
15 Em ti esperam os olhos de todos, e tu, a seu tempo, lhes dás o alimento.
16 Abres a mão e satisfazes de benevolência a todo vivente.
17 Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras.
18 Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.
19 Ele acode à vontade dos que o temem; atende-lhes o clamor e os salva.
20 O SENHOR guarda a todos os que o amam; porém os ímpios serão exterminados.
21 Profira a minha boca louvores ao SENHOR, e toda carne louve o seu santo nome, para todo o sempre.


Este salmo, escrito por Davi, revela de forma clara a expressão da sua alma, que estava cheia de louvor e gratidão ao Senhor, que de uma forma benevolente o tem tratado, e com quem fizera uma aliança.

Davi começa exaltando ao seu Deus e Rei, e diz: “Exaltar-te-ei, ó Deus meu e Rei”(v1). Ele exalta o seu Deus nas mais altas nuvens da sua alma. O seu coração está agradecido, e é por isso que ele O adora.

Ele enxerga os atributos do seu Deus, e daí começa a expressar em sua alma os louvores ao Senhor:

- O meu Deus é paciente e clemente (v8).

- O Senhor é fiel em todas as Suas palavras e santo em todas as Suas obras (v13).

- O meu Deus é bom para todos, e as Suas ternas misericórdias permeiam todas as Suas obras (v9).

- O Senhor está perto de todos os que O invocam em verdade (v18).

- O meu Deus sustém os que vacilam e apruma todos os prostrados (v14).

- É o Senhor que dá o alimento a todos (v15).

- O Senhor acode a vontade dos que O temem (v19)

- O meu Deus abre a mão e satisfaz de benevolência a todo vivente (v16)

- O Senhor salva os que O temem (v19)

- Ele guarda a todos os que O amam (20)

Em fim, o salmista enxerga todos esses atributos em Deus, o seu Senhor e Rei, e por isso ele não poderia deixar de prestar essa homenagem, a sua celebração, o seu culto todos os dias de sua vida a este Ser, que é o Ser mais maravilhoso e bondoso de todo o universo, em sua existência.

Diante de tudo isso, o salmista toma algumas atitudes:



1 - Ele exalta para sempre o seu Deus e Rei(v1) – E ele faz isso de maneira efetiva, de maneira alegre e intensa. Exaltar a este Deus, para Davi era mais que um dever, era um prazer. Por isso ele o fazia todas os dias da sua vida (v2)

2 – Ele louva para sempre o seu Deus(v3) – Ele louvava ao Senhor porque Ele era digno de todos os louvores possíveis. E diga-se de passagem, só ele era digno.

3 – Ele anunciava para sempre os poderosos feitos do seu Deus(v5).

4 – Finalmente, Davi medita para sempre no glorioso esplendor da majestade do seu Deus (v5). Isso ele demonstra em seus escritos. Os seus salmos são uma expressão da sua vivência com o seu Deus e Rei. A sua meditação todos os dias.

Davi tinha muitos amigos, mas também uma coleção enorme de inimigos, por causa da sua posição de guerreiro e conquistador e das muitas guerras que enfrentou. Essa foi uma das razões porque ele se apegou ao seu Deus, em meditação e adoração.

terça-feira, 5 de maio de 2009

PRINCÍPIO DA PROSPERIDADE

DÍZIMO E OFERTA:

O princípio da prosperidade é o dízimo e a oferta; isto é, dizimar e ofertar com fidelidade ao Senhor. Há uma promessa da parte de Deus para aquele que é fiel nos dízimos e nas ofertas: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos”(11). Ora, se o Senhor disse que repreenderia o devorador, Ele estava dizendo em outras palavras que faria com que a plantação desse a sua colheita. Nada mais tira o estímulo do agricultor do que plantar e não colher. Não tem nada mais deprimente para o trabalhador do que receber o seu salário no final do mês e ser roubado. Não tem nada mais triste para o fazendeiro do que perder parte do seu gado para as enfermidades, para as pragas, para os ladrões, para a seca, etc. Se estas pessoas citadas aqui forem fiéis ao Senhor, o Senhor dirá: “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos”. Todo investimento tem risco. Criar gado, ações, plantar qualquer cultura, etc. O único investimento que não tem risco é o investimento no Reino dos Céus. Ou seja, quando a pessoa é fiel ao Senhor nos seus dízimos e ofertas, a sua colheita é garantida. Há muito aposentado que o dinheiro vai todo para a farmácia e para o agiota, pois é infiel ao Senhor. Há muito assalariado que o seu dinheiro desaparece por causa da sua infidelidade. Há muito pai de família que vive na pindaíba porque tem dinheiro pra tudo menos para dizimar e ofertar ao Senhor. Há muita dona de casa que quando recebe o dinheiro para fazer a feira, compra tudo o que é supérfluo, mas não tira o dízimo do Senhor. Porém, a Palavra diz: “Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais...”(9). Não há quem escape da supervisão gloriosa do Espírito Santo. O Senhor diz na Sua Palavra: “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro...”(10). “Trazei” é imperativo; é uma ordem. Não é um pedido; não é uma sugestão. É uma ordem expressa. É uma ordem clara. O povo tinha voltado do cativeiro, e começou a prosperar e, consequentemente, se esqueceu de Deus. Se esqueceu da fidelidade que sempre aprenderam desde pequenos ao Senhor. Então, o Senhor os repreende severamente para o próprio bem deles, pois Deus queria lhes dar a verdadeira prosperidade. Porém, não poderia fazê-lo estando o povo debaixo de maldição. Deus só daria a prosperidade aos fiéis. Deus não abençoa a maldição. Quem não dizima e nem oferta está debaixo de maldição, pois este é um princípio bíblico. Os que obedeceram receberam a bênção. A maioria dos judeus é próspera pois é dizimista fiel. Muito dificilmente se encontra um judeu pobre, pois eles aprenderam o princípio da prosperidade. Dizimar e ofertar fielmente ao Senhor é princípio insofismável para a prosperidade. Também puderas, com uma reprimenda dessas! Deus diz para o povo: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda”(8,9). Não há como prosperar honestamente diante de Deus se a pessoa não for dizimista e ofertante fiel. “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”(Mc 8.36). O princípio da prosperidade é claro. Quando estivermos executando algum projeto o Senhor nos dará uma boa sorte. Ele mesmo se encarregará em repreender o devorador. “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos”(11). Ou seja, mediante a nossa fidelidade o Senhor repreenderá o devorador. Agora, os que forem infiéis terão que se virar sozinhos para vencer os inimigos, porque não terão a mão do Senhor; não terão a bênção do Senhor. E sozinho ninguém conseguirá pois o devorador é muito forte. O devorador tem o poder de consumir o fruto da terra, a vide do campo, o lucro dos negócios, o salário no final do mês, o dinheiro da aposentadoria e da pensão, a saúde, as oportunidades, etc. Há uma outra promessa na Palavra que diz: “Todos os povos dirão que vocês são felizes, pois vocês vivem numa terra boa e rica. Eu, o Senhor Todo-Poderoso, estou falando(12). O mundo inteiro hoje reconhece a prosperidade do Estado de Israel. Israel é primeiro mundo. É um país pequeno, mas riquíssimo.
DEUS SEJA LOUVADO!
(Edmilson)

VOCÊ É INSUBSTITUÍVEL - PDF

http://www.esnips.com/doc/8940a5ed-e827-44c0-92aa-85a289e12de9/Cury,-Augusto---Voc%C3%AA-%C3%A9-Insubstitu%C3%ADvel

sábado, 28 de março de 2009

CURSO DE DISCIPULADO

Lição 01 - A PALAVRA DE DEUS
Introdução: A Bíblia é a Palavra de Deus, e a "única" regra de fé e prática que devemos nos submeter. Ela nos mostra em quem devemos crer e o que devemos fazer. Ela é a fonte da vida!
1. A Palavra de Deus é:
1.1. Revelação específica para o homem/mulher (II Pd. 1.20-21; Hb. 1.1-2)
1.2. O Evangelho da salvação para a humanidade (Rm. 16.25-26; 1.16)
1.3. Autoritativa e final (Hb. 2.1-4)
1.4. Divinamente inspirada (II Tm. 3.16-17)
1.5. Poderosa e viva (Hb. 4.12)
1.6. O Caminho para prosperidade e vida (Js. 1.8; Pv. 4.20-22)
2. A Palavra de Deus não é:
2.1. Um livro de ciência - Pensamentos científicos são encontrados na Bíblia - Ex.: Gn 1-2
2.2. Um livro de história - Pensamentos históricos são encontrados na Bíblia - Ex.: Reis/Crônicas
2.3. Um livro de filosofia - Pensamentos filosóficos são encontrados na Bíblia - Ex.: Provérbios, Eclesiastes
3. A Palavra de Deus é como:
3.1. Lâmpada: ela ilumina (Sl. 119.105)
3.2. Semente: ela cresce (Lc. 8.11)
3.3. Fogo: ela devora (Jr. 5.14)
3.4. Martelo: ela quebra (Jr. 23.29)
3.5. Espada: ela ataca (Ef. 6.17)
4. A Natureza da Palavra de Deus:
A composição da Palavra de Deus e sua mensagem central: O termo Bíblia é de origem grega e significa "livros". A Bíblia é formada por 66 livros: 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. Esses livros foram escritos num período de aproximadamente 1.500 anos, por vários autores. Todos eles foram inspirados pelo Espírito Santo. Alguns nomes para a Bíblia: Escritura (Jo. 5.39); Palavra de Deus (Ef. 6.17) e Espada do Espírito (Ef. 6.17).
A natureza da Bíblia: Unidade: Escrita num período de 1.500 anos, por aproximadamente 40 autores diferentes, que viveram em épocas diferentes. Por pessoas cultas e simples, porém, ela não se contradiz, havendo uma unidade perfeita. Continuidade: Trata das coisas desde a sua origem, com narrativas do passado, presente e futuro. Circulação: O livro mais vendido no mundo. Tradução: Já está traduzida para mais de 1.500 línguas e dialetos. Sobrevivência: Nada a destrói - críticas, queimas, proibições, etc...ela continua sendo a Palavra Viva de Deus (II Tm. 1.24-25). Atualidade: Antiga, porém, fala para as pessoas que vivem no neste século.
A revelação da Bíblia: Através dela Deus revelou Sua vontade. Revelação quer dizer Deus mostrando-se à humanidade. A natureza revela Deus (Sl. 19.1-6; Rm. 1.18-20). Nossa consciência revela Deus (Rm. 2.15), porém, a revelação plena de Deus está em Sua Palavra. Por isso, não precisamos de outras fontes de conhecimento sobre Deus, como: consultar os mortos (Is. 8.19-20), horóscopos, cartomantes, etc...isso tudo é contrário a vontade de Deus (Dt. 18.10-13)
A inspiração da Bíblia: A Bíblia é toda inspirada por Deus. Inspiração significa que Deus orientou as pessoas e fez com que a revelação chegasse até nós (II Tm. 3.16; II Pd. 1.20-21)
5. Alguns Objetivos da Bíblia:
5.1. Dar esperança (Rm. 15.4)
5.2. Educar na justiça (II Tm. 3.16)
5.3. Preservar do erro (Sl. 119.11)
5.4. Sustento na dificuldade (Sl. 119.92)
5.5. Ser praticada (Sl. 119.4)
5.6. Purificar (Jo. 15.3)
5.7. Repreender no erro (II Tm. 3.16)
5.8. Ensinar princípios (II Tm. 3.16)
Conclusão: Qual deve ser sua atitude para com a Palavra de Deus? Desejar (II Pd. 2.2), amar (Sl. 119.97, 127), conhecer (Os. 1.6), praticar (Tg. 1.22) e comunicar (II Tm. 2.2). Faça um propósito de ter estas atitudes durante a sua vida cristã.
Lição 02 - A IGREJA VERDADEIRA
Introdução: A fé bíblica é comunitária. A igreja é o povo de Deus. Ela é fundamental, especialmente hoje, onde o mundo secularizado (sem Deus) prega a vida religiosa sem a presença da igreja.
1. Definição de Igreja:
O significado da palavra "IGREJA":
1.1. IGREJA é uma palavra grega (Ekklesia) que significa uma assembléia ou congregação de pessoas, e aparece pela primeira vez em Mateus 16.18
1.2. A idéia que contém a palavra em sua construção é "um grupo chamado para fora" (Ek = para fora / Klesia = chamamento ou chamado. A igreja é uma assembléia de pessoas chamada para fora - para o mundo.
2. As Imagens Bíblicas da Igreja:
2.1. A igreja é o povo de Deus (Ex. 6.7; 19.5; Lv. 26.12; Jr. 30.22; Ez. 36.28)
2.2. A igreja é o corpo de Cristo (Ef. 1.22-23; I Co. 12.12-28)
2.3. A igreja é o templo do Espírito (I Pd. 2.5; I Co. 2.12ss)
2.4. A igreja é a noiva de Cristo (Is. 54.5-8; 62.5; Ef. 5.27; Ap. 19.7; 21.2)
2.5. A igreja é o edifício de Deus (I Co. 3.11, 16; Ef. 2.20-22; I Pd. 2.5; Ap. 21.3)
2.6. A igreja é a família de Deus (Rm. 8.14-17; Ef. 2.19; I Tm. 3.15)
2.7. A igreja é o rebanho de Deus (Jo. 10.1-30; I Pd. 5.4; 2.25; Hb. 13.20)
2.8. A igreja é a vinha de Deus (Jo. 15.1-17; I Co. 3.5-8)
3. Características da Igreja:
3.1. Santa: A igreja é o povo separado para o serviço de Deus.. Santidade não é uma virtude moralista, mas um relacionamento com Deus, ter caráter de Deus e demostrá-los ao mundo. É por meio do Espírito Santo que a igreja se torna santa para cumprir sua missão.
3.2. Católica: A palavra "católica" que dizer universal. A igreja é universal porque o Evangelho que ela anuncia é dirigido a todas as pessoas visando a salvação em Cristo. Jesus ordenou que os seus discípulos pregassem à toda criatura e que fizessem discípulos de todas as nações. A universalidade da igreja deriva-se de sua mensagem e do plano universal de Deus.
3.3. Apostólica: Os sucessores dos apóstolos são todos os cristãos. A palavra "apóstolo" quer dizer enviado, mandado. A igreja é apostólica porque também é enviada ao mundo para cumprir a missão de Deus.
3.4. Una: Unidade não significa uniformidade. A igreja tem a sua unidade em meio a diversidade. O que une a igreja é a pessoa da Pai, do Filho e do Espírito Santo. As pessoas que compõem a igreja devem manifestar a unidade visível para que o mundo creia que Jesus foi enviado do Pai.
4. Os Sacramentos da Igreja: Santa Ceia e Batismo:
4.1. Santa Ceia:
É um memorial, mas não um culto fúnebre (I Co. 11.24-25)
É a proclamação da obra redentora em Cristo (vs. 26)
É a proclamação da segunda volta de Jesus - dimensão escatológica (vs. 26)
É a oportunidade para preservar a unidade, a pureza, a consagração, o compromisso com Jesus e Seu corpo.
Quem pode participar? Todas as pessoas que já aceitaram a Jesus como Salvador e Senhor, e que estão em plena comunhão com a sua igreja. Nós cremos que a ceia é livre, mas não sem compromisso. Então o que fazer para participar? Terá que decidir se está em comunhão com o Senhor e com os outros, ou se há pecados que precisa abandonar e confessar. A responsabilidade recai sobre a pessoa: "...examine-se pois, o homem A SI MESMO " (vs. 28). Se ela participar "indignamente", ela se condenará a si mesma, será réu do corpo e do sangue do Senhor.
Quais são as conseqüências de uma participação errada (em pecado) na Ceia? 1. Desvio da CONSAGRAÇÃO (I Co. 11.17); 2. Acumulo de pecados, endurecimento (vs. 28); 3. Quebra de unidade, perda da comunhão (vs. 21, 33); 4. Fraqueza espiritual (vs. 30); 5. Morte precoce da pessoa (vs. 30)
4.2. O Batismo:
O Batismo é o "selo" da graça de Deus em nós. Selo interior: o Espírito Santo (Ef. 1.13-14, 4.30) e selo exterior: o batismo com água (Mc. 16.16). É a proclamação e a confissão pública da graça de Deus (At. 2.37-41, 9.18, 16.15, 33-34). O batismo com o Espírito Santo introduz na igreja universal (I Co. 12.13), na água introduz na igreja local (Mt. 28.19). O batismo não é uma iniciação e nem a lavagem dos pecados. Ele não salva... mas é uma oportunidade para testemunhar publicamente a fé e identificar-se com a igreja local.
Conclusão: A verdadeira igreja será totalmente reconhecida pela sua unidade nos relacionamentos, pela sua santidade de vida, pela sua abertura a todos, pela sua submissão à autoridade das Escrituras, pela sua pregação de Cristo em palavras e sacramentos, e pelo seu compromisso com a missão de Deus no mundo.
Lição 03 - VITÓRIA SOBRE A TENTAÇÃO
Introdução: Não obstante a pessoa ser salva por Cristo, ela está sujeita às tentações. Aliás, é após a conversão que as tentações se tornam evidentes. O fato é que agora, após a aceitação de Jesus, a pessoa está envolvida numa batalha espiritual. Ela está do lado vencedor, é claro! A Bíblia afirma que o cristão não deve viver debaixo do império da morte (das trevas), do pecado. Por outro lado, também devemos ser provados em nossa fé. O que fazer então?
1. A diferença entre tentação e provação: (na língua grega a palavra é a mesma)
1.1. Tentação:
1.1.1. De origem satânica e carnal (Mt. 4.1; Jo. 13.2; Tg. 1.14)
1.1.2. Visa sempre o mal, ou seja, tirar-nos da dependência de Deus (Mt. 4.3-6, 8-9)
1.1.3. Não é pecado em si (Jesus foi tentado) (Hb. 4.15)
1.1.4. Pode ser definida como aquele impulso inicial que a pessoa sente para cometer pecados (Rm. 7.18-19)
1.1.5. Tentação é, pois, procurar seduzir alguém para o pecado, persuadir a tomar um caminho errado
1.2. Provação:
1.2.1. De origem divina (Gn. 22.1)
1.2.2. Visa fortalecer a pessoa e não derrubar (Hb. 11.17-19) Observação: Deus não queria derrubar Abraão, mas fortalecer sua fé.
1.2.3. Como a palavra já diz, significa "pôr alguém à prova, submeter a um teste"
1.2.4. A provação vem, muitas vezes, através do sofrimento (I Pd. 2.20)
1.2.5. É motivo de alegria (Tg. 1.2-4)
2. Por quem somos tentados? As fontes da nossa tentação
2.1. Pelo Diabo:
2.1.1. Quem é ele? (Jo. 8.44)
2.1.2. O que ele faz? Sua estratégia (I Pd. 5.8)
2.1.3. Qual é seu objetivo final para com a pessoa? (Jo. 10.10)
2.2. Pelo Mundo:
2.2.1. Mundo é o sistema mundial contrário aos princípios de Deus. É a humanidade afastada de Deus e dominada pelo diabo.
2.2.2. O que o mundo oferece? Prazer, possessões e posição (I Jo. 2.15-17)
2.2.3. Fortaleça seu interior pelo Espírito Santo, e vença o mundo
2.3. Pela carne:
2.3.1. Carne é o princípio dinâmico pecaminoso que opera em nós
2.3.2. Está em oposição ao Espírito de Deus (Gl. 5.17)
2.3.3. As obras da carne (Gl. 5.19-21)
3. Tentação: início do processo que leva à morte: (Tg. 1.13-15)
Como é esse processo? Pensamento (cobiça) ð Imaginação (atrai) ð Desejo (seduz) ð Decisão (concebido) ð Ação (pecado) ð Morte (separação de Deus)
As tentações começam em nossa mente. Se perdermos a batalha na mente, o passo seguinte é a imaginação. Da imaginação vem o desejo. Do desejo surge a decisão. Após a decisão vem a ação. Uma vez consumada a ação (em palavras, pensamentos, ações ou reações) vem a morte (separação).
4. Como obter vitória sobre a tentação?
4.1. Levar todo pensamento cativo à obediência de Cristo (II Co. 10.5)
4.2. Vigiar e orar (Mt. 26.41)
4.3. Estar cheio(a) da Palavra de Deus (Cl. 3.16; Fp. 4.8-9)
4.4. Apropriar-se pela fé dos recursos de Deus (I Co. 10.13)
4.5. Andar continuamente no Espírito (Gl. 5.16)
4.6. Manter comunhão constante com os irmãos (Cl. 3.16)
4.7. Revestir-se da armadura de Deus (Ef. 6.10-20)
5. O que fazer quando ceder à tentação?
5.1. Quando pecamos nossa comunhão com Deus é interrompida (Is. 59.2)
5.2. A solução está:
5.2.1. Na confissão e abandono do pecado (Pv. 28.13) Se houver outras pessoas envolvidas é necessário acertar com elas (Mt. 5.23-24)
5.2.2. Na confissão e confiança de que o sangue de Jesus é suficiente para garantir o nosso perdão e nos purificar (I Jo. 1.9)
Conclusão: Às vezes, um mesmo fato pode servir de tentação e de provação. Deus permite certas coisas em nossas vidas para provar a nossa fidelidade, e nos fortalecer ainda mais (quando o ouro passa pelo fogo ele fica depurado). O diabo pode tirar proveito da mesma circunstância para nos derrubar. Como na vida de Jó.
Lição 04 - FINANÇAS: A GRAÇA DE CONTRIBUIR
Introdução: A maioria das pessoas gasta a maior parte de suas vidas tentando ganhar dinheiro. A Bíblia nos ensina que tudo deve ser feito para glorificar a Deus (II Co. 10.31). Nós podemos e devemos glorificar a Deus com o nosso dinheiro. A Bíblia tem muito a dizer sobre finanças, pois Deus sabia as dificuldades, tentações e pressões que iríamos receber nesta área. Ele nos deixou instruções bem definidas e específicas nesta área.
1. O amor de Deus se manifesta em dar:
1.1. Ele nos deu Jesus Cristo (Jo. 3.16; Rm. 5.8)
1.2. Jesus, sendo rico, fez-se pobre por amor a nós (II Co. 8.9)
2. Contribuir é graça e não obrigação:
Graça é algo que está além das nossas virtudes: salvação, contribuição, sofrimento (II Co. 8.1)
3. Quatro tipos de fé:
3.1. A fé salvadora (At. 16.31)
3.2. A fé santificadora (II Co. 1.30; Gl. 5. 22-23)
3.3. A fé que se orienta nos fatos e possibilidades de Deus (Hb. 11.1)
3.4. A fé que se preocupa com Deus e sua obra (Jo. 4.34; Fl. 1.20)
4. A graça de Deus nos permite contribuir:
4.1. Pois tudo é de Deus (Dt. 8.18; Sl. 24.1; I Cr. 29.10-17)
4.2. Pois tudo o que você conseguiu é graças a Deus (I Co. 4.7; II Co. 9.10)
4.3. É graça/gratidão, e não troca de favores ou cobrança (Gn. 4.1; Jd. 11)
4.4. É graça, e não medo (II Co. 9.7)
4.5. É graça, porque Deus multiplicará conforme a minha fidelidade (II Co. 9.8-11; Lc. 6.38; Mt. 13.12; Ml. 3.8-9; Pv 19.17)
5. Um exemplo de contribuição: a Igreja da Macedônia (II Co. 8-9):
5.1. A situação financeira dela: profunda pobreza (8.2)
5.2. Atitudes ao contribuir: alegria e generosidade (8.2), voluntariedade (8.3), boa vontade (8.12)
5.3. Quanto contribuir: na medida e além das posses (8.3), auto-empobrecimento (8.9)
5.4. Finalidade de contribuir: assistência aos santos (8.4), entrega total a Deus (8.5)
5.5. Como contribuir: com diligência (8.8), presteza e zelo (9.2)
5.6. Ensino e administração: aberto (8.16-23) e por pessoas: comprometidas e amorosas (8.16), cuidadosas e voluntárias (8.17), reconhecidas (8.18), zelosas e experimentadas (8.22) companheiras, cooperadoras (8.23)
5.8. Promessas aos que contribuem: as boas obras dão alegria e permanecem (9.7-9)
5.9. A contribuição redunda em muitas ações de graças (9.12-13)
6. O Dízimo: (Exemplos)
6.1. Abraão (Gn. 14.18-24)
6.2. Jacó (Gn. 28.18-22
6.3. Na Lei (Lv. 27.30-34; Dt. 14.22-29)
6.4. Na História do povo de Israel (II Cr. 31; Ne. 10.35-38; Ml. 3.7-12)
6.5. No Novo Testamento (Lc. 11.42; I Co. 9.9-14 - Note a palavra: assim...)
7. Como gastar os outros nove décimos?
É errôneo o pensamento de que um décimo é de Deus os outros nove são nosso. Antes de gastar o dinheiro devemos separar o dízimo e pedir a direção divina para gastarmos sabiamente o restante, porque eles são tão sagrados como o décimo que damos para o trabalho do Senhor. Normalmente as pessoas não tem dinheiro para contribuir porque fizeram o planejamento de investimentos (roupa, brinquedos, alimentação, férias, etc.) com tudo o que ganham. Quem não separa o dízimo, dando logo no início do mês (no ato de receber), perceberá que nunca irá sobrar.
Conclusão: 1. A contribuição financeira é a resposta material à compreensão de que se recebeu o dom inefável de Deus: Jesus Cristo (I Co. 3.22); 2. O dízimo deve ser considerado como o mínimo de contribuição, ou o ponto de partida para uma contribuição liberal que vai até o sacrifício (Mc. 12.41-44). Para alguns, dar o dízimo é um ato de fé por causa do salário minguado. Para outros é uma parcela relativamente insignificante. A proporção da contribuição deve aumentar na razão direta do dinheiro que se ganha.
Lição 05 - O NOVO NASCIMENTO: João 3.1-21
Introdução:
1. O que não é novo nascimento:
1.1. Não é reencarnação:
1.1.1. Nicodemos não disse: "pode, porventura; um homem voltar a um ventre materno?" Ele disse: "pode voltar ao ventre materno?" Ele pressupunha que se tratava do ventre da sua própria mãe - e a mãe dele devia ter, pelo menos, 75 anos.
1.1.2. Jesus disse: "O que é nascido da carne, é carne; e o que é nascido do espírito, é espírito". O que é uma reencarnação? Reencarnação não é voltar na carne? Jesus estava falando de um nascimento espiritual.
1.2. Não é um processo natural:
1.2.1. Não é nascendo uma segunda vez da carne, que alguém nasce de novo.
1.2.2. Não é através da intelectualidade.
2. O que é novo nascimento? Jesus explica:
2.1. É nascer da água: "...quem não nascer da água ...não pode ver o Reino de Deus".
2.1.1. Não é num sentido biológico - de alguém que está envolto num liquido amniático no ventre da mãe, e que para encontrar-se com Jesus, tem que vir ao mundo pelo canal natural do nascimento.
2.1.2. Não é nenhuma referência à teologia do batismo, como um sacramento salvador. Batismo é conseqüência.
2.1.3. Nascer da água significa: ARREPENDIMENTO. Nicodemos era extremamente religioso. Jejuava duas vezes por semana. Fazia parte de um grupo de homens religiosos. Tinha uma moral ilibada. Mas Jesus disse a ele: "Você precisa de arrependimento ou não vai entrar no Reino de Deus". Essa foi a mensagem de João Batista: "Arrependei-vos, porque está próximo o Reino de Deus".
2.2. É uma obra regeneradora: "...quem não nascer do Espírito, não pode ver o Reino de Deus".
2.2.1. É o derramar do Espírito Santo no coração. Você continua dentro da mesma pele. A casca é a mesma, mas o coração não é (Tt 3.4-6; Sl 51.10)
2.2.2. Ninguém nasce de novo por si mesmo. É obra do Espírito Santo.
3. Qual é o "método" para se nascer de novo?
3.1. A história da serpente
3.1.1. Israel peregrinava no deserto
3.1.2. Se enfastiaram do mana de Deus
3.1.3. Blasfemaram contra Deus e Moisés. Deus irou-se!
3.1.4. Deus envia serpente abrasadoras que penetraram pelos arraiais israelitas e começaram a morder o povo.
3.1.5. Elas picavam com veneno mortífero e milhares começaram a morrer.
3.1.6. Clamaram a Moisés: "Intercede por nós". Moisés clamou ao Senhor.
3.1.7. O Senhor respondeu: "Faze uma serpente abrasadora, põe-na sobre uma haste, e será que todo mordido que a mirar, viverá". (Nm. 21.8)
3.2. A história de Jesus
3.2.1. Se você quer nascer de novo, então olhe para a cruz de Jesus. Ele vai fazer uma "transfusão de sangue" para tirar o pecado venenoso do seu coração, das suas veias.
3.2.2. Jesus ilustra para Nicodemos que Deus livrou o povo de Israel. Agora ele mostra a Nicodemos que Ele (Jesus) seria levantado da cruz com vitória, "para que todo o que nele crê tenha a vida eterna". O "método" é crer em Jesus.
3.3. Diante disto:
3.3.1. Reconheça que você é pecador(a).
3.3.2. Arrependa-se de seus pecados.
3.3.3. Reconheça Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.
3.3.4. Confesse-o.
3.3.5. Peça para Ele entrar em sua vida.
4. Qual é a importância do novo nascimento?
4.1. É importante porque é possível:
4.1.1. Se alguém não nascer...não pode
4.1.2. Mas, se alguém nascer...pode. Portanto é possível!
4.2. É imprescindível: "Importa-vos nascer de novo". Importa significa é necessário.
4.3. É uma realidade histórica. Não é para depois da morte. Mas para hoje - aqui e agora.
5. Quais são os benefícios do novo nascimento?
5.1. A Vida Eterna: Salvação
5.2. A absolvição de todo e qualquer julgamento (Rm 8.1-2)
5.3. Atração irresistível pela luz. É impossível você nascer de novo e querer viver um cristianismo isolado.
5.4. Frutos morais em virtude da transformação - "...a fim de que suas obras sejam manifestas; porque feita em Deus (I Jo 5.18)
Conclusão: Isso é o novo nascimento! Você precisa nascer de novo para ir morar com Deus. Você já nasceu de novo? Então, o que você está esperando?
Fonte: http://miriamz.sites.uol.com.br/Evangelismo/cursodiscipulado.htm

21 Minutos de Poder na Vida de um Líder

21 Minutos de Poder na Vida de - Pesquisa de Livros do Google

sábado, 21 de março de 2009

PARA QUEM SAI ANDADO E CHORANDO...

Por: Ronaldo Lidório


Uma palavra para os semeadores de hoje

Lendo a parábola do semeador e o Salmo 126 lembrei-me de muitos amigos e vários missionários. Veio forte a cena dos semeadores de hoje. Aqueles que falam de Jesus, visitam de casa em casa, servem o caído, cuidam do enfermo e enfrentam seus medos. Alguns andam a vida toda, aprendem línguas diferentes, estudam culturas distantes, escrevem projetos, sempre mais um lugar a chegar.

O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para cumprirmos o ministério que Jesus nos confiou é necessário andar e chorar. E é certo que muitos fazem ambas as coisas. Tantas idas e vindas, caminhos incertos, a impressão de que há sempre mais um passo a dar, uma pessoa a evangelizar. E as lágrimas, que descem abundantes com a saudade que bate, a enfermidade que chega, o abraço que não chega, o fruto que não é visível, o coração que já amanhece apertado, o caminho que é longo demais.

Creio que temos andado e chorado. Mas voltaremos um dia, trazendo os frutos, apresentando ao Cordeiro e dando glória a Deus! Poderá ser amanhã, ou em algum momento ainda distante. Mas ainda não é hora de voltar. É hora de seguir, andando e chorando, com alegria no coração e sabendo que não trocaríamos esta viagem por nenhuma outra na vida. O grande consolo e motivação é que não andamos sós. Ele está conosco. E maior é Aquele que está em nós. Portanto não desistimos, olhando sempre para o horizonte a frente e trazendo à memória o que pode nos dar esperança.

Guarde seu coração enquanto anda e chora. Não perca a alegria de viver e caminhar, nem a mansidão, nem a oração, ou o humor, ou o amor.
Não deixe de semear mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma há de germinar e talvez a mais improvável. A que menos promete. Não dê ouvidos aquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.

Abrace o que também anda e chora que está ao seu lado. Ele talvez se sinta só e pense que é o único que chora enquanto caminha.

Andar e chorar é cumprir a missão. Se você tem feito isto, louve a Deus por esta oportunidade. É um grande privilégio. Um dia você voltará...

Fonte: www.ronaldo.lidorio.com.br

domingo, 8 de março de 2009

Singularidade indisputável de Jesus

Por: Hernandes Dias Lopes


Era noite. Havia chegado a festa da Páscoa. O clima estava pesado. Jerusalém, apinhada de peregrinos, estava prestes a contemplar a mais dolorosa cena de sua sofrida história. No cenáculo, Jesus passava suas últimas instruções para os discípulos antes de mergulhar nas densas trevas da fatídica noite de sua prisão. Judas já havia vendido sua consciência por dinheiro para entregar o Mestre. Os discípulos estavam perturbados e aflitos. Nas caladas da noite, o sinédrio judaico, tomado de inveja, maquinava planos para condenar Jesus à morte. Aquela hora estava agendada na eternidade. Para aquele momento Jesus tinha vindo ao mundo.

Jesus haveria de glorificar o Pai com sua morte e abrir para nós a porta da redenção. Jesus acalma os discípulos, falando-lhes da Casa do Pai e do lugar que iria preparar para eles. Tomé, assaltado pela dúvida afirma não saber o caminho para onde Jesus vai. Respondeu-lhe Jesus: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6). Três verdades benditas são aqui destacadas:

1. Jesus é o caminho que nos conduz a Deus – Jesus não é uma senda incerta, uma trilha insegura, um atalho duvidoso, uma estrada perdida, uma rota dentre outras, um caminho qualquer, mas o Caminho. Não existem vários caminhos para Deus. Não existem várias sendas para a bem-aventurança eterna. Jesus é o único caminho para o Pai. Ele é a única vereda que nos conduz à eternidade de glória. Fora dele ninguém pode chegar ao céu. Jesus é o único mediador entre Deus e os homens. Ele é o caminho, ele é a porta, ele o único que pode nos tomar pela mão e nos reconciliar com Deus.

2. Jesus é a verdade que dirige os nossos passos - Os gregos definiam a verdade em termos da harmonia de idéias, na esfera do pensamento. Para os hebreus, a verdade tinha uma relação direta com o campo da vivência. A verdade do grego era expressão da lógica, enquanto a verdade do hebreu era uma expressão existencial. Jesus não é apenas uma verdade conceitual, mas a perfeita expressão da harmonia entre o humano ser e a augusta Divindade, entre a vontade divina e o humano querer. Jesus não é apenas a verdade que satisfaz a nossa mente, mas a verdade que dirige os nossos passos. Jesus é a verdadeira expressão do verdadeiro Deus. Ele é Deus feito carne. Ele é a exegese de Deus. Ele é Deus Emanuel. Jesus é a verdade que liberta, a verdade que transforma e a verdade que satisfaz.

3. Jesus é a vida que devemos viver – Jesus é o autor da vida. Ele é o criador e o mantenedor da vida. Nele nos movemos e existimos. À parte de sua providência pereceríamos inevitavelmente. Mas, Jesus também é o autor da vida espiritual. Ele veio para nos trazer vida e vida em abundância. Ele morreu a nossa morte para vivermos a sua vida. Por sua morte e ressurreição, ele venceu a morte e trouxe à luz a imortalidade. Agora, todo aquele que nele crê tem a vida eterna. A essência da vida eterna é conhecer a Deus e a Jesus, o seu Filho eterno. Não há vida espiritual à parte de Jesus. Nossas cerimônias são vazias sem Jesus. Nossos rituais são desprovidos de significado sem Jesus. Nossa religião é vã sem Jesus. Ele não apenas dá vida, ele é a vida! Sem Jesus os homens, mesmo vivos, estão espiritualmente mortos; mas, em Jesus recebem vida plena, abundante e eterna.

Jesus é absolutamente singular. Ele é a segunda Pessoa da Trindade. Ele é o Filho eternamente gerado do Pai. Ele é o Messias prometido. Ele é o Salvador do mundo. Ele é o Senhor da História. Ele é o dono da Igreja. Ele é o Rei que governa as nações e voltará em majestade e glória. Ele é o caminho que nos conduz a Deus. Ele é a verdade que sacia nossa mente, inspira nossa conduta e guia os nossos passos. Ele é a vida que recebemos e que devemos ser e viver por toda a eternidade.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

tanto lugar no Brasil, por que fazer projeto missionário no Nordeste?

1 - Porque existe milhares de vilarejos que não foram alcançados.
2 - Porque existem + ou - 300 cidades com menos de 1% de evangélicos.
3 - Porque no nordeste existem muitas pessoas que estão escravizadas pela idolatria.
4 - Grande desigualdade social.
5 - Tradiçoes religiosas, e religiosidade.
6 - Expansão do espiritismo e sincretismo religioso.
7 - Falta de investimentos por parte da igreja brasileira.
http://projetoprosertao.spaceblog.com.br

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

domingo, 18 de janeiro de 2009

A mídia não sabe avaliar o mundo gospel


Estive lendo um artigo num desses jornais on-line entrevistando uma cantora evangélica (que eles chamam de cantora gospel), que prefiro não citar o nome, e pude perceber que o critério de julgamento deles é completamente mundano e destituído da sabedoria da Palavra de Deus, para tal julgamento. O jornal exalta a cantora por muitas conquistas e ela própria afirma que vai conquistar muito mais. Ora, se a própria cantora não sabe se avaliar pelos critérios bíblicos para afirmar que as glórias do mundo nada é, e que o que importa é o que Deus acha do trabalho dela, e que a recompensa dela vem de Deus, muito menos o jornal vai saber distinguir a glória do mundo e a glória que vem de Deus. Estamos vivendo momentos de “glórias”, mas são as glórias que vêm do mundo e não de Deus. Muitos cantores gospel estão sendo exaltados pela mídia e eles por falta de conhecimento bíblico, ou por vaidade, ou pecado não sabem transferir a glória para Deus e nem sabem fugir desses assédios da mídia, que é normal no meio artístico. Isso é patético, e oro para que o Senhor não permita que cheguemos ao tempo em que veremos os cantores evangélicos confundidos com os cantores seculares.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Atitudes Sábias e Espirituais de Quem se Encontra no Deserto

(Mc 7.24-30)
Há uma história muito especial na Palavra, de uma mulher que não fazia parte dos filhos de Israel, nem se quer fazia parte dos filhos perdidos da casa de Israel. Essa mulher era grega, de origem siro-fenícia, o que quer dizer que ela não estava na lista de prioridade do Senhor, pois Ele veio primeiro para o que era seus, apesar de que os seus não O receberam, como diz a Palavra (Jo 1.11). Sorte nossa, pois, “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome” (Jo 1.12). Esta siro-fenícia estava passando por um deserto sem precedentes em sua vida. A dor e a vergonha faziam parte da sua rotina, pois tinha uma filha possessa por um demônio que lhe causava muito sofrimento. Não se sabe exatamente a intensidade deste sofrimento, mas quem tem uma filha possuída por um demônio não sofre menos do que alguém com a alma dilacerada pela dor. Quando o Senhor Jesus chega à cidade desta mulher, mais do que depressa ela vai buscar ajuda diante do Mestre. Ela rogava para que Jesus expelisse da sua filha o demônio. O Senhor dá uma explicação a ela que Ele deveria socorrer primeiro os filhos de Israel e só depois teria tempo para os não-judeus. Ela tenta dissuadi-Lo e pede socorro com muita insistência. E consegue a atenção do Mestre. Jesus fica admirado com a fé da mulher e a socorre curando a sua filha. O demônio saiu da garota e a história daquela mulher mudou. Imagine a dor de uma mãe ao ver a sua filhinha se contorcendo por causa de um demônio, ao ver a sua filha quebrando tudo dentro de casa, ao ver essa mesma filha sendo lançada no fogo ou na água. Mas agora tudo mudou, agradecia aquela mulher a Deus. Se analisarmos direitinho a sua história poderemos tirar algumas lições para a nossa vida.
1) A mulher reconheceu a gravidade do seu problema e buscou socorro na pessoa certa(24,25).
2) A mulher se humilhou diante de Jesus, colocando a boca no pó(25).
3) A mulher rogava - ela rogava que Jesus a socorresse, que o Senhor expelisse da sua filha o demônio. Ela rogava insistentemente(26)
4) A mulher deu uma grande demonstração de fé(28)
Você que se encontra enfermo ou com algum outro problema grave, à semelhança daquela mulher que tinha de suportar a dor de muitas vezes ver a própria filha sendo atormentada por demônios, clame como ela fez. Ela colocou a boca no pó, se humilhou diante do Senhor Jesus, e por isso encontrou o favor de Deus. A mulher orava insistentemente pois esperava ver a sua filha curada. Somente alguém com tamanha fé consegue a benção de Deus. O Senhor tem muitas bênçãos para nos dar, nós é não estamos ainda preparados para recebê-las